sexta-feira, 11 de março de 2011

JAPÃO : TSUNAMI E TERREMOTOS.= "earthquake and tsunamis in Japan "NOTÍCIÁRIO COMPLETO



            


  ESPECIAL : PRIMEIRO ANO APÓS A CATASTROFE.




IMPERADOR DO JAPÃO PEDE UNIÃO PARA RECONSTRUÇÃO
  http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2012/03/11/imperador-do-japao-pede-uniao-e-apoio-para-reconstrucao-do-pais.htm

FOTOS DA RECUPERAÇÃO " PÓS TSUNAMI " - JAPÃO.

http://vidabinaria.com.br/turismo/fotos-mostram-a-recuperacao-do-japao-apos-tsunami/


REDE GLOBO - YOU TUBE- RECUPERAÇÃO.

http://www.youtube.com/watch?v=_7UZJ5aLAM4



RETROSPECTIVA 2011.


 
GERAL - PORTAL TERRA - ATUALIZAÇÃO NOTÍCIAS.



JAPÃO TENTA SE RECUPERAR DE TERREMOTO E TSUNAMI.
Após o maior terremoto da sua história, seguido de um tsunami e da permanente ameaça nuclear, o Japão tenta reconstruir suas cidades. No Terra você tem a cobertura completa, com fotos, vídeos, imagens ao vivo e notícias direto do Japão.

http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/terremotonojapao


















Arrasador. Quem não acreditou, sucumbiu;
Jornal dos Amigos

LIÇÃO JAPONESA.

DEZ ATITUDES A SEREM APRENDIDAS COM O POVO JAPONÊS

A – A CALMA

Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.

B – A DIGNIDADE

Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.

C – A HABILIDADE

Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.

D – A SOLIDARIEDADE

As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos tiveram a oportunidade comprar alguma coisa para suas necessidades.

E – A ORDEM

Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas disciplina, compreensão e ordem.

F – O SACRIFÍCIO

Cinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?

G – A TERNURA

Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.

H – O TREINAMENTO

Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.

I – A IMPRENSA

Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis explorando a tragédia. Apenas calmas reportagens dos fatos.

J – A CONSCIÊNCIA

Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.

K - NENHUM ARRASTÃO, CONTRA O POVO ou PARA ROUBAR O COMÉRCIO

"A passagem do tempo deve ser uma conquista e não uma perda. Viver é a única coisa que não dá para deixar para depois."

---------------------------------------------------------------------------Jornal dos Amigos




VEJA ABAIXO NOTÍCIÁRIO COMPLETO DOS ACONTECIMENTOS !!!

PORTAL UOL.

UM MÊS APÕS O TSUNAMI.

Mickey Mouse abraça uma visitante do parque temático da Disney no Japão. O local foi reaberto nesta sexta, após ficar um mês fechado devido ao terremoto que atingiu o país em março

http://noticias.uol.com.br/album/110411japao_album.jhtm?abrefoto=52
SEMANA DE 17 a 24 ABRIL 2011.


PORTAL VEJA :
Ásia

Toyota retoma produção em 18 fábricas japonesas
Algumas unidades da montadora estavam paradas há mais de cinco semanas.

A Toyota, maior fabricante mundial de veículos, retomou nesta segunda-feira a produção em 18 fábricas japonesas depois que os efeitos do terremoto e do tsunami do dia 11 de março paralisaram quase totalmente sua atividade durante cinco semanas.

Até o dia 27 de abril o volume de produção será a metade do habitual, disse um porta-voz do grupo. Algumas destas 18 unidades que recomeçaram a trabalhar elaboram também peças usadas nas linhas de montagem da empresa, acrescentou o porta-voz.

(com Agência EFE)







Ameaça nuclear
Reatores de Fukushima sofrem aumento na radioatividade
Operação de resfriamento da central nuclear foi interrompida por causa do risco aos funcionários

http://veja.abril.com.br/noticia/economia/toyota-retoma-producao-em-18-fabricas-do-japao

PORTAL UOL.

21/04/2011 - 01h14

FUKUSHIMA : EXCLUSÃO LEGAL.

Japão anuncia zona de exclusão legal em torno da usina de Fukushima

Tóquio, 21 abr (EFE).- O Governo do Japão decidiu proibir legalmente a entrada de pessoas no raio de 20 quilômetros ao redor da usina nuclear de Fukushima Daiichi, informou nesta quinta-feira o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, durante visita à zona.

Segundo Kan, citado pela agência local "Kyodo", a proibição entrará em vigor à 0h de quinta para sexta-feira.

Até agora, a Administração japonesa recomendava que os moradores da zona evacuassem a área devido ao aumento dos níveis de radiação, mas não exigia isso legalmente.

Algumas pessoas, principalmente idosos, ainda permanecem no local, enquanto outros evacuados entram e saem da área de exclusão para reaver seus pertences, informou a emissora "NHK".

Apesar da proibição, o Governo japonês concederá uma permissão especial de entrada de duas horas a um membro de cada família para recuperar seus pertences, precisou o porta-voz do Executivo, Yukio Edano.

As únicas pessoas que não poderão obter esta permissão serão os evacuados em um raio de menos de três quilômetros ao redor da central, acrescentou Edano.

Naoto Kan viajou nesta quinta-feira à província de Fukushima para visitar os evacuados que se encontram nas cidades de Koriyama e Tamura e reunir-se com o governador Yuhei Sato.

Cerca de 80 mil pessoas viviam no raio de 20 quilômetros em torno da central antes do terremoto e do posterior tsunami de 11 de março que danificou seriamente o sistema de resfriamento da usina nuclear.

A Tokyo Electric Power Company (Tepco), empresa operadora da central, anunciou no domingo que prevê devolver o resfriamento estável aos reatores de Fukushima em três meses e levá-los ao estado de "parada fria" em um prazo entre seis e nove meses.

O Governo indicou que, uma vez controlada a central, revisará os perímetros de evacuação, que até o momento afetam todas as localidades em um raio de 20 quilômetros e algumas situadas até 40 quilômetros.

Nível de radiação a que estamos expostos e seus efeitos




20/04/2011 - 16h09
Tábua centenária com instruções salva vila de destruição durante tsunami no Japão
Do UOL Notícia - Em São Paulo



Tábua feita por ancestrais de moradores salvou a vila de Aneyoshi durante o tsunami

Uma centenária placa feita de pedra e talhada com instruções salvou uma vila inteira da destruição durante o tsunami que devastou parte do Japão, no mês passado. Segundo o jornal "New York Times", nenhuma das 11 casas de Aneyoshi, pequeno vilarejo localizado próximo à costa, no nordeste do país, foi atingida.

Segundo o líder local Tamishige Kimura, um pescador de 64 anos, a tábua de pedra foi talhada há mais de cem anos por ancestrais que sabiam tudo sobre o poder de devastação de um tsunami. "Eles conheciam o horror dos tsunamis e escreveram a placa para nos alertar", conta.

Mais de cem placas como a de Aneyoshi estão espalhadas pela costa do Japão. Algumas tem mais de 600 anos. No entanto, muita gente parece não obedecer as recomendações dos ancestrais, que escreveram orientações de onde construir as casas e do alcance das ondas em caso de tsunami, em uma época em que a tecnologia estava longe de detectar terremotos.

"As pedras de tsunami são avisos que atravessam gerações. Elas tentam evitar que os descendentes passem pelo mesmo sofrimento de seus ancestrais", diz Itoko Kitahara, especialista em história dos desastres naturais pela Universidade de Kyoto.

Em Aneyoshi, a pedra diz que "casas construídas no alto asseguram a paz e a felicidade aos nossos descendentes". Para Kimura, os ensinamentos são "uma regra que ninguém na cidade ousa quebrar."

Kimura conta que os moradores da vila construíram suas casas em um local alto após o tsunami de 1896 que deixou apenas dois sobreviventes na região. Aneyoshi foi repovoada e voltou a ter residências próximas ao mar. No entanto, outro tsunami, desta vez em 1933, destruiu tudo novamente.

De acordo com o pescador, ninguém na vila sabe quando a tábua foi escrita. Além de ter salvo a vida de todos durante o tsunami do mês passado, a placa também foi útil no tsunami que atingiu a região em 1960.

No mês passado, uma família que visitava a cidade vizinha morreu porque a mãe, que buscava os filhos na escola, dirigia em uma região muito baixa. Por isso, os moradores de Aneyoshi afirmam que não dá para apenas confiar na pedra e que os moradores precisam de mais orientação.


http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/04/20/tabua-centenaria-feita-de-pedra-salva-vila-de-destruicao-durante-tsunami-no-japao.jhtm


18/04/2011 - 01h50

Detectada elevada radioatividade nos reatores 1 e 3 de Fukushima
DA EFE, EM TÓQUIO -DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

A Agência de Segurança Nuclear do Japão indicou nesta segunda-feira que foram detectados elevados níveis de radioatividade nos prédios que abrigam os reatores 1 e 3 da usina nuclear de Fukushima, o que impede os técnicos de entrarem no local.

Segundo informou a agência Kyodo, no domingo (17) dois robôs manuseados por controle remoto mediram os níveis de radiação e outros parâmetros no interior dos prédios de ambos os reatores, cujo sistema de refrigeração, junto com o da unidade 2, ficou seriamente danificado pelo terremoto seguido de tsunami do último dia 11 de março
.

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/904042-detectada-elevada-radioatividade-nos-reatores-1-e-3-de-fukushima.shtml

LEITURA DE DOMINGO.

1 ) RELEMBRANDO 11 DE MARÇO DE 2011.

Tsunami filmada ao nível da rua

Acompanhe no link abaixo como a água vai chegando de mansinho e se torna violenta. É impressionante e triste ver tanta destruição!


http://www.youtube.com/watch_popup?v=c3rqPPJPwLg

http://extra.globo.com/noticias/mundo/video-inedito-mostra-forca-da-tsunami-no-japao-1581849.html



2 ) JAPÃO E OS PLANOS DE RECONSTRÇÃO.

11/04/2011 - 12h37
Japão acerta detalhes de plano de reconstrução após terremoto que pode custar mais de 200 bi de euros. Jairo Mejía - Em Tóquio

JAPÃO , UM MÊS APÕS O TERREMOTO.
O número de mortos por causa do terremoto e do tsunami ocorrido há um mês aumentou para 13.116, enquanto outras 14.377 continuam desaparecidas .
3 ) FLORAÇÃO DA CEREJEIRA.









VEJA :
http://tenki.jp/sakura/


SEXTA FEIRA 15 DE ABRIL DE 2011.

PORTAL UOL.

REPORTER É ARRASTADO PELO TSUNAMI.




14.abr.2011 Toya Chiba , repórter de jornal da cidade de Kamaishi, da prefeitura de Iwate (Japão), é arrastado pelo tsunami que atingiu o país há pouco mais de um mês. Ele estava tirando fotos no momento em que a onda gigante arrebatou o litoral da cidade. Chiba sofreu apenas arranhões. MAIS NOTÍCIAS.

http://noticias.uol.com.br/especiais/ultimas-noticias/terremoto-no-japao.jhtm

QUINTA FEIRA - 14 ABRIL 2011.

WIKIPÉDIA.
SISMO E TSUNAMI DE TÔKOHU DE 2011.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sismo_e_tsunami_de_T%C5%8Dhoku_de_2011





QUARTA FEIRA - 13 ABRIL 2011.

PORTAL G1 -

ACIDENTE NO JAPãO NãO SE COMPARA COM CHERNOBYL.
12/04/2011 - 21h10

Acidente no Japão não se compara ao de Chernobyl, diz agência da ONU
Radiação liberada na Ucrânia foi bem maior que a de Fukushima.
Autoridades japonesas elevaram acidente do nível 5 para o máximo, 7.
Do G1, com agências internacionais

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A decisão do Japão de aumentar o nível do acidente em sua usina nuclear de Fukushima Daiichi de 5 para o máximo de 7 não significa que ele seja comparável ao de Chernobyl, disse nesta terça-feira (12) uma autoridade da agência de energia atômica da ONU.

"É um acidente totalmente diferente", disse Denis Flory, da Agência Internacional de Energia Atômica. Segundo ele, a quantidade de radiação liberada em Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, era muito maior.

Segundo ele, as últimas amostras de comida fornecidas pelo Japão mostram que a contaminação continua abaixo dos limites estabelecidos pelas autoridades locais.

A Agência de Segurança Nuclear do Japão elevou o nível do desastre na central atômica de 5 ao máximo 7, e confirmou que a usina lançou uma quantidade enorme de substâncias radioativas na atmosfera durante um período após os desastres naturais que atingiram o país em 11 de março, deixando mais de 13 mil mortos.

Com a nova avaliação dos japoneses, o acidente em Fukushima fica, na escala, no mesmo nível do de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986.

De acordo com a agência, o índice reflete a gravidade inicial do acidente e não o momento atual. Segundo o governo japonês, caíram drasticamente os níveis de radiação no complexo. O Japão admite ainda que se esforça para recuperar o controle total do complexo.

Leia mais notícias :
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) confirmou, em Viena, Áustria, o alerta da Agência de Segurança Nuclear do Japão sobre a gravidade do acidente em Fukushima.

Por meio de comunicado, informou que o nível do desastre atingiu qualificação máxima: 7, na Escala Internacional Nuclear (INES).

Anteriormente, a agência de notícias local Kyodo informou que a Comissão de Segurança Nuclear do governo estimou que a quantidade de material radioativo que vazou dos reatores de Fukushima chegou ao máximo de 10.000 terabequerels por hora em um determinado ponto por diversas horas, o que classificaria o incidente como um grande acidente, de acordo com a escala internacional de intensidade Ines.


http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/noticia/2011/04/acidente-no-japao-nao-se-compara-ao-de-chernobyl-diz-agencia-da-onu.html

TERÇA FEIRA - 12 ABRIL 2011.


PORTAL UOL.

11/04/2011 - 12h37-PLANO DE RECONSTRUÇÃO .

Japão acerta detalhes de plano de reconstrução após terremoto que pode custar mais de 200 bi de euros

Jairo Mejía = Em Tóquio

O governo e as empresas do Japão começaram a acertar os detalhes de um plano de reconstrução após o terremoto e posterior tsunami do dia 11 de março que poderá custar mais de 200 bilhões de euros.

A intenção do governo é aprovar o mais rápido possível um primeiro orçamento de 4 trilhões de ienes (cerca de 33 bilhões de euros) para começar uma gigantesca reconstrução no litoral nordeste do país após o terremoto de magnitude 9 ocorrido há um mês.

As prioridades serão os trabalhos de remoção de escombros de uma região que abrange mais de 600 quilômetros, as primeiras ajudas para normalizar a vida dos refugiados, a construção de 70 mil casas e a reconstrução da economia local, que enfrenta sério risco de colapso.


FIM DE SEMANA .







1 ) RELEMBRANDO 11 DE MARÇO DE 2011.

Tsunami filmada ao nível da rua

Acompanhe no link abaixo como a água vai chegando de mansinho e se torna violenta. É impressionante e triste ver tanta destruição!


http://www.youtube.com/watch_popup?v=c3rqPPJPwLg
Jornal dos Amigos

2 ) FLORAÇÃO DA CEREJEIRA.





VEJA :
http://tenki.jp/sakura/

3) FAZENDEIRO DE 75 ANOS ENCONTRADO VIVO APÓS 4 SEMANAS.

Stranded and alone: The 75-year-old man found ALIVE at his devastated farmhouse four weeks after Japan earthquake and tsunami
By Daily Mail Reporter
Last updated at 11:28 PM on 9th April 2011
Farmer discovered sitting in the dark and listening to battery-powered radio as new footage emerges of the tsunami crashing into the Fukushima power plant





He must have wondered whether he would ever be found. However, farmer Kunio Shiga was discovered alive and well - and sitting among the debris of his home - more than four weeks after an earthquake and tsunami devastated Japan.
The 75-year-old was found with only a battery-powered radio for company, holed up in his small farmhouse which was surrounded by fallen trees, dead pigs and debris from the deadly tsunami on March 11.
It would seem the frail man was found in the nick of time - he had almost run out of food and had long ago lost electricity and running water.

MAIS
Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-1375239/Japan-Man-75-stranded-alive-weeks-earthquake-tsunami.html#ixzz1J8avRXYn

LINK DA NOTÍCIA.
http://www.dailymail.co.uk/news/article-1375239/Japan-Man-75-stranded-alive-weeks-earthquake-tsunami.html?ITO=1490


SEXTA FEIRA 08 / ABRIL / 2011.

PORTAL UOL - 08 / 04 / 2011.

ÁGUA RADIOATIVA VAZA.

08/04/2011 - 10h32

Água radioativa vaza de usina na província de Miyagi após tremor de magnitude 7,4

Ewerthon Tobace - De Tóquio

O terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a região nordeste do Japão na noite de quinta-feira (7) provocou vazamento de água radioativa na usina nuclear de Onagawa, na província de Miyagi.

Uma pequena quantidade de líquido - cerca de 4 litros - foi liberada e se acumulou no chão dos prédios que abrigam os três reatores.

Segundo informações da imprensa japonesa, houve um corte de energia elétrica em três pontos da instalação. Mas geradores movidos a diesel foram acionados posteriormente.

Outra instalação, localizada em Higashidori, na província de Aomori, também ficou sem energia elétrica externa, e os geradores de emergência entraram em ação.

A Agência de Segurança Nuclear do país disse que as duas usinas perderam a função de resfriamento dos reatores por cerca de 20 a 80 minutos após o terremoto, o que causou um pequeno aumento da temperatura.

No entanto, desde o terremoto do dia 11 de março, as duas instalações estavam com as operações paralisadas e nenhum aumento do nível de radiação foi detectado ao redor das usinas, segundo a agência Kyodo News.

Já na usina nuclear de Fukushima, gravemente afetada pelo terremoto seguido de tsunami do dia 11 de março, não houve danos nas instalações.

Segundo a Tokyo Electric Power (Tepco), empresa que administra a usina, os trabalhadores foram retirados do local depois do tremor e nenhuma anormalidade no nível de radiação foi registrada.


http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/04/08/agua-radioativa-vaza-de-usina-na-provincia-de-miyagi-apos-tremor-de-74-graus.jhtm

QUINTA FEIRA - 7 ABRIL 2011.

PORTAL UOL. 07/04/2011 -

INDICES EUROPEUS RECUAM APÓS NOVO TERREMOTO NO JAPÃO.

As Bolsas europeias encerraram em baixa nesta quinta-feira, derrubadas no final após um terremoto e um novo alerta de tsunami no nordeste do Japão ter assustado os investidores.

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/04/07/indices-europeus-recuam-apos-novo-terremoto-no-japao.jhtm

QUARTA FEIRA 06 ABRIl 2011.

PORTAL G1- GLOBO.

06/04/2011 20h28 - Atualizado em 06/04/2011 20h40
Da Reuters


Após conter vazamento, Japão injeta nitrogênio em reator de Fukushima
Objetivo é tentar conter acúmulo explosivo de hidrogênio no reator 1.
Usina foi danificada por terremoto seguido de tsunami em 11 de março.

O Japão começou nesta quarta-feira (6) a injetar gás nitrogênio em um reator nuclear danificado na usina de Fukushima Daiichi, para prevenir o acúmulo potencialmente explosivo de gás hidrogênio.

Operários começaram na noite de quarta (horário local) a injetar nitrogênio no invólucro de contenção do reator 1, após um avanço conquistado pela manhã, quando foi contido o vazamento de água altamente radiativa no mar, vinda de outro reator do complexo de seis reatores.

"É preciso injetar gás nitrogênio no invólucro de contenção e eliminar o potencial de uma explosão de hidrogênio", disse à imprensa um representante da Tokyo Electric Power Company (Tepco), a operadora da usina.


http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/noticia/2011/04/apos-conter-vazamento-japao-injeta-nitrogenio-em-reator-de-fukushima.html


TERÇA FEIRA 05 ABRIL 2011

PORTAL UOL.

05/04/2011 - 19h38 Vazamento de água radioativa na usina de Fukushima é contido
Do UOL Notícias

O vazamento de água radioativa que saía do reator dois da usina nuclear de Fukushima, no Japão, e caía no oceano foi contido, anunciou nesta quarta-feira (6) – pelo horário japonês – a Tokyo Electric Power Co. (Tepco), operadora da usina.

Na tentativa de conter o vazamento, a Tepco, injetou 1.500 litros de silicato de sódio, também conhecido como vidro líquido, e um outro agente perto de um poço à beira-mar onde a água altamente radioativa havia escoado.

LEIA MAIS




Jornal, serragem e concreto reduzem vazamento em Fukushima, diz empresa japonesa
Crise no Japão piora com suspensão de voos e diárias de hotel
Nível de iodo radioativo no mar próximo à usina no Japão é 5 milhões de vezes superior à taxa legal
Gueixa de 84 anos é salva do tsunami por um admirador
Radioatividade supera o limite em cidade a 30 quilômetros da usina nuclear
A usina nuclear foi severamente danificada pelo terremoto e tsunami do último dia 11 de março.

Na segunda-feira (4), a empresa foi forçada a começar a liberar 11.500 toneladas de água do mar com baixa radioatividade depois de esgotar sua capacidade de armazenamento de água mais contaminada. A liberação continuará até sexta-feira.

Iodo radioativo até 4.800 vezes acima do limite legal foi localizado no mar próximo da usina. Foi encontrado césio em níveis acima dos limites de segurança em peixes "kounago" nas águas da cidade de Ibaraki, ao sul de Fukushima, relatou a mídia local.

O iodo-131 na água da eclusa do reator 2 atingiu um pico 7,5 milhões de vezes acima do limite legal no dia 2 de abril, e caiu para 5 milhões na segunda-feira.

Restrições aos alimentos
O governo japonês disse que, após a constatação de que peixes foram contaminados pela água, está avaliando a possibilidade de impor restrições pela primeira vez desde o acidente. A Índia foi o primeiro país a vetar importações de alimentos de qualquer região do Japão.

Até agora, o Japão não havia estabelecido um máximo legal de iodo para a pesca, já que a Agência de Segurança Nuclear considerava difícil que os pescados acumulassem radioatividade, mas na atual situação o governo planeja determinar limites semelhantes aos decretados para o caso das verduras.

Na mesma região de Ibaraki, outro peixe mostrou uma contaminação de 526 becquerels de césio radioativo, acima do limite legal de 500 becquerels, o que levou a cooperativa local de pescadores a proibir a captura desta espécie, informou a agência local "Kyodo".

Em meio à preocupação pelo impacto da contaminação na indústria pesqueira da área, o ministro da Agricultura e Pesca, Michihiko Kano, assegurou que o governo intensificará as inspeções para verificar a segurança dos produtos.

Indenizações
Nesta terça-feira (5), a Tepco ofereceu indenizações a título de consolo a dez cidades vizinhas, cujos residentes se viram obrigados a abandonar seus domicílios. Mas, a exemplo da fúria crescente do público em relação à empresa proprietária da usina, as municipalidades estão rejeitando a doação de 20 milhões de ienes (US$ 237 mil).

Uma porta-voz da cidade de Namie declarou que a oferta da Tepco foi rejeitada, o que permite que a municipalidade e a população possam criticar livremente a sociedade.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/04/05/vazamento-de-agua-radioativa-na-usina-de-fukushima-e-contido.jhtm

SEGUNDA FEIRA 04 ABRIL 2011.

PORTAL UOL.

1/04/2011 - 10h07

Cerejeiras de Washington, símbolo da solidariedade com o Japão Cristina García Casado




Turistas caminham próximo a cerejeiras pelas margens da enseada Tidal Basin, em Washington DC

PRIMAVERA NO HEMISFÉRIO NORTE Washington, 1 abr (EFE).- Há quase 100 anos, o Japão presenteou os Estados Unidos com três mil árvores em sinal de amizade e agora Washington demonstra sua fraternidade com o país ao transformar o Festival das Cerejeiras em uma reunião solidária após o terremoto de março.

Há 99 primaveras, a capital dos EUA se veste de rosa e branco para se despedir do inverno graças às mais de 3.700 cerejeiras que rodeiam alguns de seus monumentos mais emblemáticos.

O Festival Nacional das Cerejeiras, a celebração mais importante da primavera em Washington, se curvou neste ano ao Japão, após o devastador terremoto e o posterior tsunami que arrasaram a costa noroeste do país deixando em sua passagem mais de 27 mil mortos e desaparecidos.

"O festival conta este ano com um significado especial pela recente tragédia. Nossos corações estão com o povo japonês e o Japão está no coração do festival", disse à Agência Efe Danielle Piacente, diretora de comunicações do evento.


http://viagem.uol.com.br/ultnot/efe/2011/04/01/cerejeiras-de-washington-simbolo-da-solidariedade-com-o-japao.jhtm

2 ) CãO É RESGATADO E REENCONTRA DONA.




Um cão que foi resgatado na última sexta-feira (1º) entre os destroços de uma casa arrastada pelo tsunami que atingiu o Japão, reencontrou sua dona nesta segunda-feira (4). Vídeo com áudio original.

http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/?hashId=co-resgatado-aps-trs-semanas-do-tsunami-reencontra-dona-04020C983272D4810326&mediaId=10059210

3) USINA DE FUKUSHIMA LIBERA ÁGUA RADIOATIVA NO MAR.

A operadora da central nuclear de Fukushima começou nesta segunda-feira a jogar 11.500 toneladas de água levemente radioativa no oceano para permitir a reparação do sistema


http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/?hashId=usina-de-fukushima-libera-gua-radioativa-no-mar-04020E183260D8810326&mediaId=10060208


FIM DE SEMANA -

PORTAL BBC BRASIL.

Publicado em: 01/04/2011 10:23

Jornais japoneses para público infantil explicam crise nuclear de forma simples




Os dois maiores jornais voltados para o público infantil no Japão dedicam boa parte de seu espaço para explicar as repercussões dos desastres naturais e da crise nuclear nas semanas que se seguiram aos desastres (11/03) no país, reporta a BBC Brasil nesta quinta-feira (1).


O Asahi Shougakusei e o Mainichi Shougakusei informam o público mirim sobre os perigos em relação à contaminação de alimentos, sem alarmar as crianças. De forma clara e simples, os jornais explicam as circunstâncias em que ocorrem terremotos e o funcionamento de usinas nucleares, com quadros ilustrativos, infográficos e imagens.


O editor-chefe do Asahi Shougakusei, Hiroshi Oki explica: "Tentamos mostrar que não há necessidade de entrar em pânico, mas que é preciso tomar alguns cuidados".


O Asahi é publicado desde 1967 no Japão. A versão para adultos tem tiragem de 8 milhões de cópias (versão matutina) e 3,3 milhões (versão vespertina).


O jornalista Maki Nakajima, do Mainichi Shougakusei, acrescentou: "As crianças são sensitivas, por isso tomei muito cuidado para que não ficassem inseguras", O Mainichi é o mais antigo do segmento, publicado desde 1936. Ambas as publicações relatam casos otimistas e mandam mensagens positivas para os sobreviventes nos abrigos.


Para não se tornar um jornal somente com notícias tristes, Maki diz que investiu em temas mais 'alegres' com o passar dos dias. "Falamos da ajuda de pessoas de outros países, evitamos colocar imagens muito chocantes e publicamos fotos de crianças sorrindo nos abrigos."


O Japão é um dos países com maiores índices de leitura do mundo e, portanto, o segmento infantil de jornais é comum no país. O Asahi Shougakusei e o Mainichi Shougakusei têm tiragem diária de 120 mil e 100 mil exemplares (só para assinantes), respectivamente. Tanto o Asahi quanto o Mainichi são voltados para estudantes do primário, dos 6 aos 12 anos.

Redação Portal IMPRENSA

PORTAL : AMERICA ECONOMIA.

Fallecidos a causa del terremoto y tsunami en Japón ya superan las 11.734 personas
Asia

Se calcula que 16.375 personas aún continúan desaparecidas, pero soldados japoneses y estadounidenses comenzaron este viernes una acción de búsqueda de gran envergadura para encontrar a las víctimas.




Vie, 01/04/2011 - 18:06
Tokio, Andina. Tres semanas después del terremoto y posterior tsunami asolase Japón el 11 de marzo, el número de víctimas mortales ascendió hoy a 11 mil 734, según informó este viernes la agencia de noticias Kyodo en base a fuentes policiales.

Además, 16.375 continúan desaparecidas, según indica un despachod de la agencia de noticias DPA.

TSUNAMI EN EL PACÍFICO
Soldados japoneses y estadounidenses comenzaron el viernes una acción de búsqueda de gran envergadura para encontrar a las víctimas.

Como se recuerda, un terremoto de magnitud 9 grados en la escala de Richter, remeció la costa norte de Japón, el cual, fue precedido de un tsunami que llegó a ingresar hasta 40 kilómetros en las zonas cercanas a la costa.


LINK PARA A NOTÍCIA :
http://www.americaeconomia.com/politica-sociedad/mundo/muertos-por-el-terremoto-y-tsunami-en-japon-ya-superan-11734


PORTAL MTT - JAPAN.

Lessons From Japanese Tragedy
Tuesday, March 29th, 2011 | Filed under Japan,Latest Articles,Recent Articles | Posted by whiteleejay1
Lessons From Japanese Tragedy

B.RAMAN





Earthquake and tsunami leads to death and destruction

Our hearts go out to the people of Japan at this hour of their national tragedy which is a global tragedy.It has deeply affected all of us.The world has seen massive tragedies of a traumatic nature in the past, but what the Japanese have suffered is a series of multiple tragedies—quake, tsunami and dangers of nuclear contamination following an explosion in a building housing a reactor of a nuclear power station at Fukushima.

2 To quote from a BBC report on the subject: “An estimated 170,000 people have been evacuated from the area around a quake-damaged nuclear power station in north-east Japan that was hit by an explosion, the UN atomic watchdog says. A building housing a reactor was destroyed in Saturday’s blast at the Fukushima No.1 plant. The authorities said the reactor itself was intact inside its steel container. The Japanese government has sought to play down fears of a meltdown at Fukushima No.1, saying that radiation levels around the stricken plant have now fallen.”

3. In a separate commentary, the BBC’s Environment correspondent has said: “‘The term “meltdown” raises associations with two nuclear accidents in living memory: Three Mile Island in the US in 1979, and Chernobyl in Ukraine in 1986. In both, excess heat in the reactor caused fuel to melt – and in the first, wider melting of the core. The question is whether the same thing has happened in Fukushima. It appears that the reactor was shut down well before any melting occurred, which should reduce considerably the risk of radioactive materials entering the environment. However, the detection of caesium isotopes outside the power station buildings could imply that the core has been exposed to the air. Although Japan has a long and largely successful nuclear power programme, officials have been less than honest about some incidents in the past, meaning that official reassurances are unlikely to convince everyone this time round. ”

4. France and Japan have high reliance on nuclear power. The design and construction of nuclear power stations in Japan have always taken into account likely dangers from quakes and tremors. People, who raised questions of safety, had always been assured by the Japanese experts that there would be no dangers of an explosion or radio active leakage in case of natural disasters.

5. Their confidence in the safety of their nuclear power stations is likely to be shaken as a result of this explosion. Public opposition to the reliance on nuclear power stations could increase as a result of the explosion—-particularly in Japan itself, China and even India.

6. Our conventional wisdom and assumptions regarding nuclear safety during natural and man-made disasters need to be reviewed urgently in the wake of the Japanese explosion. We can no longer be complacent thinking that everything that needs to be done to assure nuclear safety has been done and that there is nothing to worry about.

7. The Fukushima blast should not be exploited to undermine our confidence in the importance of nuclear power. At the same time, it is important to question our confidence in the adequacy of the safety measures taken till now.

8. Fukushima was the result of a natural disaster. How about the dangers of a man-caused disaster—such as some suicide terrorists forcing their way into a nuclear power station and trying to blow it up. I had in the past raised this issue in many seminars and at meetings of the National Security Advisory Board (NSAB) and the Special Task Force for the Revamping of the Intelligence Apparatus, when I was a member of both in 2000-02. The stock answer I used to get was that our nuclear experts were aware of this danger and had taken necessary precautions. I could understand their reluctance to spell out these precautions, but it is important to revisit them urgently.

9. The Fukushima explosion should be of great concern to the whole world—-not just to the Japanese people. Over-confidence in our security measures will be suicidal for the world. (13-3-11)

The writer is Additional Secretary (retd), Cabinet Secretariat, Govt. of India, New Delhi, and, presently, Director, Institute For Topical Studies, Chennai, and Associate of the Chennai Centre For China Studies.





VIDEOS E FOTOS :

http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.reportingasia.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/niigata-earthquake.jpg&imgrefurl=http://goodnewspic.com/2011/03/09/japan-earthquake.html&usg=__wETOC62AKZfCuSneMRAi_HFBQCY=&h=266&w=400&sz=27&hl=pt-br&start=1&zoom=1&itbs=1&tbnid=lkiDH1xOhhrOAM:&tbnh=82&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3Djapan%2Beartquake%26hl%3Dpt-br%26sa%3DG%26gbv%3D2%26tbs%3Disch:1&ei=XxeXTZ-LCvC90QGiis38Cw




SEXTA FEIRA - PORTAL UOL.

31/03/2011 - 20h06 No Japão, Sarkozy pede normas internacionais mais claras sobre energia nuclear


http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/03/31/no-japao-sarkozy-pede-normas-internacionais-mais-claras-sobre-energia-nuclear.jhtm


QUINTA FEIRA 31 DE MARÇO DE 2011.

PORTAL UOL.

30/03/2011 - 18h00 Imperador Akihito visita desabrigados no Japão



Imperador japonês Akihito e a imperatriz Michiko visitaram nesta quarta-feira um abrigo para vítimas do terremoto e tsunami que atingiram o Japão em 11 de março.

No local, que fica em Tóquio, o casal real conversou brevemente com cidadãos desabrigados em consequência da tragédia.

O imperador e sua esposa visitaram vítimas do terremoto no Japão
A visita não tem precedentes na história do país e mostra a gravidade da situação. Há cerca de duas semanas, o imperador falou à nação pela primeira vez sobre a tragédia.

O encontro do casal real japonês com os desabrigados acontece após o anúncio de que o país desativará quatro dos reatores da usina de Fukushima Daiichi, que causaram uma crise nuclear após serem atingidos pelo tsunami.

O governo decidiu pela desativação dos reatores por não ter conseguido controlar os vazamentos de material radioativo da usina.

http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/03/30/imperador-akihito-visita-desabrigados-no-japao.jhtm
PORTAL G1 - GLOBO.

http://g1.globo.com/topico/japao


QUARTA FEIRA 30 DE MARÇO DE 2011.

PORTAL UOL.

30/03/2011 - 00h34

Japão contabiliza mais de 27.500 vítimas por desastre

Tóquio, 30 mar (EFE).- O número de mortos pelo terremoto e o posterior tsunami do dia 11 no Japão foi atualizado nesta quarta-feira para 11.232, enquanto outras 16.361 pessoas estão desaparecidas, segundo o último boletim da Polícia japonesa.

Cerca de 200 mil pessoas seguem refugiadas em 1.900 abrigos disponibilizados após o desastre, que também destruiu 18 mil casas e danificou em torno de 130 mil edifícios.

Segundo os números oficiais, em Miyagi houve 6.843 mortos, além de 3.301 em Iwate e 1.030 em Fukushima, enquanto os desaparecidos são contados aos milhares nessas três províncias, as mais devastadas.

O número de vítimas em Fukushima ainda deve aumentar, já que as tarefas de busca vêm enfrentando muitas dificultadas pelo acidente nuclear na usina Fukushima Daiichi, ao redor da qual, devido à radioatividade, há um perímetro de evacuação de 20 quilômetros.

Além disso, a Polícia japonesa está à espera de que alguns escritórios municipais informem sobre os danos causados pelo terremoto em algumas zonas litorâneas mais remotas.

30/03/2011 - 03h13
Radiação supera 3.355 vezes o limite no mar em Fukushima

Tóquio, 30 mar (EFE).- O nível de iodo radioativo em águas do mar próximo à usina nuclear de Fukushima supera 3.355 vezes o limite de segurança, o que representa a concentração mais alta até o momento, informou nesta quarta-feira a Agência de Segurança Nuclear do Japão.

As amostras recolhidas na terça-feira 330 metros ao sul de uma saída de água próxima aos reatores 1 a 4 da central revelaram um considerável aumento do isótopo 131 do iodo na comparação com os índices registrados no fim de semana, quando chegaram a ser 1.850 vezes superiores ao normal.

Cinquenta metros ao norte da usina, perto dos reatores 5 e 6, o nível de iodo radioativo detectado na terça-feira era 1.262 vezes superior aos padrões legais, também o índice mais alto até o momento.

O isótopo 131 do iodo se degrada à metade em oito dias, pelo que o risco de afetar a vida marinha na região é pequeno, segundo a Agência de Segurança Nuclear, que lembrou ainda que está proibido pescar nas águas próximas à central.

Os técnicos da Tokyo Electric Power Company (Tepco), operadora da usina de Fukushima Daiichi, estão estudando várias maneiras de evitar que a radioatividade vaze para o mar, especialmente os isótopos mais longevos do iodo e o próprio plutônio.

A Agência de Segurança Nuclear disse nesta quarta-feira que não há perigo para as pessoas, já que um raio de 20 quilômetros ao redor da central foi evacuado e porque o iodo 131 se diluirá e degradará progressivamente no oceano.

MAIS NOTÍCIAS PELO LINK :
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/03/30/japao-contabiliza-mais-de-27500-vitimas-por-desastre.jhtm

TERÇA FEIRA 29 MARÇO 2011.

PORTAL UOL -FOLHA.

28/03/2011 - 10h55 Número de mortos por tragédia no Japão já ultrapassa 11 mil



Tóquio, 28 mar (EFE).- O número de mortos pelo terremoto e tsunami do último dia 11 no Japão aumentou nesta segunda-feira para 11.004, enquanto outras 17.339 pessoas seguem desaparecidas, segundo o mais recente balanço divulgado pela Polícia japonesa.

Além disso, mais de 200 mil pessoas continuam refugiadas em 1.900 abrigos por conta do desastre, que criou a pior crise do Japão após a Segunda Guerra Mundial.

Há pelo menos 18 mil casas destruídas e mais de 130 mil edifícios danificados, sobretudo nas regiões litorâneas do nordeste japonês, onde a neve e as baixas temperaturas complicam a situação do desabrigados.

Segundo as últimas estatísticas, em Miyagi houve 6.692 mortes, em Iwate 3.264 e em Fukushima 990, enquanto os desaparecidos são contados aos milhares nessas três províncias, as mais devastadas pelo terremoto e posterior tsunami.






O índice FTSEurofirst 300 das principais ações europeias fechou oficialmente 0,21%, para 1.144 pontos, depois de ter chegado a subir aos 1.153 pontos.

"A notícia quebrou a tendência de alta da sessão e, sem mais detalhes sobre a extensão dos danos, as pessoas usaram isso como desculpa para realizar lucros", disse Lionel Jardin, chefe de vendas institucionais a Global Equities, em Paris.

O sismo de magnitude 7,4 sacudiu o nordeste do Japão e um alerta de tsunami foi emitido para a costa, já devastada por um grande terremoto do mês passado e do tsunami que danificou uma usina nuclear. O alerta já foi retirado.

Ações em Portugal contrariaram a tendência, com o índice local PSI 20 subindo 1,2%, após a decisão de Lisboa de procurar um resgate financeiro e os leilões de títulos da Espanha ajudando a aliviar os temores de contágio na zona do euro.

Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em baixa de 0,56%, a 6.007 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX cedeu 0,5%, para 7.178 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 recuou 0,49%, a 4.028 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,37%, para 22.243 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 avançou 0,04%, a 10.849 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 encerrou em alta de 1,18%, para 7.909 pontos.

(Reportagem de Blaise Robinson)






Para definir ainda mais um programa de reconstrução que terá uma escala recorde, o governo japonês criou nesta segunda-feira um conselho de especialistas que inclui professores universitários, empresários e arquitetos como Tadao Ando para que, por volta de junho, apresente propostas em áreas como urbanismo e geração de empregos.

Alguns políticos acreditam que a primeira fase da reconstrução precisará, além disso, de três orçamentos adicionais até atingir a marca de 10 trilhões de ienes (81,7 bilhões de euros).

Para o Japão, a catástrofe natural aconteceu em um momento especialmente delicado, quando a economia começava a se recuperar e lutava para reduzir o perigo latente de sua grande dívida pública, que dobra em valor o Produto Interno Bruto (PIB).

O complicado problema de confeccionar um novo orçamento sem emitir dívida forçará o país a mudar várias despesas, como a contribuição à previdência, e a repensar uma parte das políticas do governo do Partido Democrático de Naoto Kan.

Para ajudar no financiamento das empresas que precisarão de milionários fundos para reconstruir seus negócios, o Banco do Japão (BOJ) aprovou na quinta-feira um programa de empréstimos de emergência no valor de 1 trilhão de ienes (8,178 bilhões de euros).

Além das pequenas e médias empresas de grande importância nas províncias mais afetadas (Fukushima, Miyagi e Iwate), as grandes multinacionais japonesas estão trabalhando para restabelecer o funcionamento de suas fábricas nessas regiões o mais rápido possível.

Companhias como Nissan, Sony e Kirin tiveram que interromper suas operações em algumas fábricas devido ao terremoto, e algumas não sabem quando poderão retomar suas atividades, outro motivo de preocupação para os trabalhadores da região.

Além do dano direto em suas instalações, as empresas enfrentam um período de escassez energética pelo pausa brusca em algumas das usinas nucleares e de outros tipos no nordeste do Japão.

Alguns exportadores que trabalham em regiões próximas ao complexo de Fukushima estão realizando revisões de radiação em seus produtos para acabar com os receios de consumidores. Ao mesmo tempo, o governo analisa os níveis de radioatividade nos portos do Japão para evitar que os produtos que por ele passarem sejam rechaçados em portos estrangeiros.

O país prometeu compensar, através de uma seguradora pública, os exportadores que forem afetados pelo aumento dos níveis de radiação ou rumores que prejudiquem suas vendas. As emanações da central de Fukushima prejudicam também pescadores, agricultores e criadores de gado de várias províncias no centro do Japão, e por isso o governo previsivelmente terá que dedicar muitos fundos durante um longo tempo para se recuperar de seu maior desastre desde a Segunda Guerra Mundial.

VEJA NOTÍCIA : http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/04/11/japao-acerta-detalhes-de-milionario-plano-de-reconstrucao-apos-terremoto.jhtm




Policiais inspecionam homem em Minamisoma, a cerca de 20km da usina de Fukushima (Foto: AP)O Japão já tinha classificado o acidente nos reatores operados pela Tokyo Electric Power Co (Tepco), cujos engenheiros ainda tentam estabilizar a usina, como nível 5, o mesmo estabelecido no acidente de 1979 em Three Mile Island, nos Estados Unidos.

Em 11 de março, um terremoto de magnitude 9 seguido por um tsunami danificou os reatores do complexo nuclear Fukushima Daiichi, que desde então tem sofrido com vazamentos radioativos.

China
O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, disse ao premiê japonês, Naoto Kan, que estava 'preocupado' com a emissão de radiação ao oceano e pediu ao governo japonês que considere 'muito seriamente' o impacto do vazamento nuclear no ambiente marinho e nos países vizinhos.

Os comentários de Wen, publicados no site oficial do governo, ressaltam as preocupações da China com a crise nuclear no Japão, especialmente depois de o país ter despejado água radioativa no mar.

'O governo e o povo chinês expressam sua preocupação com isso, e pedem ao governo japonês para que dê alta importância ao impacto dessa questão no ambiente marítimo e principalmente nos países vizinhos, cumpra rigorosamente com a lei internacional referente ao assunto e tome medidas efetivas de controle e prevenção, além de informar imediatamente, de forma compreensiva e precisa, sobre a situação à China', disse Wen em comunicado.

Wen disse que o primeiro-ministro japonês havia 'lamentado' o acidente nuclear e garantiu ao premiê chinês que o Japão iria divulgar informações rápidas e precisas sobre o acidente





Para definir ainda mais um programa de reconstrução que terá uma escala recorde, o governo japonês criou nesta segunda-feira um conselho de especialistas que inclui professores universitários, empresários e arquitetos como Tadao Ando para que, por volta de junho, apresente propostas em áreas como urbanismo e geração de empregos.

Alguns políticos acreditam que a primeira fase da reconstrução precisará, além disso, de três orçamentos adicionais até atingir a marca de 10 trilhões de ienes (81,7 bilhões de euros).

Para o Japão, a catástrofe natural aconteceu em um momento especialmente delicado, quando a economia começava a se recuperar e lutava para reduzir o perigo latente de sua grande dívida pública, que dobra em valor o Produto Interno Bruto (PIB).

O complicado problema de confeccionar um novo orçamento sem emitir dívida forçará o país a mudar várias despesas, como a contribuição à previdência, e a repensar uma parte das políticas do governo do Partido Democrático de Naoto Kan.

Para ajudar no financiamento das empresas que precisarão de milionários fundos para reconstruir seus negócios, o Banco do Japão (BOJ) aprovou na quinta-feira um programa de empréstimos de emergência no valor de 1 trilhão de ienes (8,178 bilhões de euros).

Além das pequenas e médias empresas de grande importância nas províncias mais afetadas (Fukushima, Miyagi e Iwate), as grandes multinacionais japonesas estão trabalhando para restabelecer o funcionamento de suas fábricas nessas regiões o mais rápido possível.

Companhias como Nissan, Sony e Kirin tiveram que interromper suas operações em algumas fábricas devido ao terremoto, e algumas não sabem quando poderão retomar suas atividades, outro motivo de preocupação para os trabalhadores da região.

Além do dano direto em suas instalações, as empresas enfrentam um período de escassez energética pelo pausa brusca em algumas das usinas nucleares e de outros tipos no nordeste do Japão.

Alguns exportadores que trabalham em regiões próximas ao complexo de Fukushima estão realizando revisões de radiação em seus produtos para acabar com os receios de consumidores. Ao mesmo tempo, o governo analisa os níveis de radioatividade nos portos do Japão para evitar que os produtos que por ele passarem sejam rechaçados em portos estrangeiros.

O país prometeu compensar, através de uma seguradora pública, os exportadores que forem afetados pelo aumento dos níveis de radiação ou rumores que prejudiquem suas vendas. As emanações da central de Fukushima prejudicam também pescadores, agricultores e criadores de gado de várias províncias no centro do Japão, e por isso o governo previsivelmente terá que dedicar muitos fundos durante um longo tempo para se recuperar de seu maior desastre desde a Segunda Guerra Mundial.

LINK :
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/04/11/japao-acerta-detalhes-de-milionario-plano-de-reconstrucao-apos-terremoto.jhtm





As unidades de companhias filiadas nas províncias de Miyagi e Iwate, duas das mais afetadas pela catástrofe, também começaram a funcionar, segundo informa a agência local Kyodo.

Em 14 de março a empresa se viu obrigada a deter a produção de veículos no Japão por causa das consequências do terremoto, embora no dia 28 desse mês retomou a fabricação de seu modelo Prius e de dois de sua marca Lexus.


Há temores de que o número de vítimas possa aumentar, pois a tragédia parece ter acabado com a vida de famílias inteiras e é possível que muitas mortes e desaparecimentos não tenham sido informados à Polícia, segundo a rede de televisão "NHK".

MAIS NOTÍCIAS :
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/03/28/trabalhamos-no-limite-fisico-e-mental-isso-e-uma-zona-de-guerra-diz-funcionario-da-usina-de-fukushima.jhtm

DOMINGO 27 DE MARÇO DE 2011 E
SEGUNDA 28 DE MARÇO DE 2011.


FATOS E FOTOS DA SEMANA.




sexta-feira, 25 de março de 2011

Gambate, Japão!

A onda de destruição e mortes que arrasou o país tornou ainda mais marcantes alguns traços particularíssimos da cultura japonesa. É o que revela Fernando Dourado neste artigo exclusivo para o Portal AMANHÃ

Por Fernando Dourado*

Em 1995, poucos dias depois do terremoto de Kobe, aproveitei uma estada em Osaka para visitar a área sinistrada. Só quem zanzou pelos escombros pode ter noção devida da fúria do fenômeno. Já na estação, soube que o serviço do trem-bala estava desativado e que deveria pegar um vagão pinga-pinga até Nada, uma cidade a meio caminho. Lá chegando, um serviço de ônibus levaria os passageiros até o destino. Pois bem, ainda na primeira etapa, à medida que me aproximava do epicentro, fui vendo centenas de casas pensas encobertas por uma lona azul com a intenção aparente de preservar a dignidade da família que lá vivera. O silêncio reinante era espesso. Pensei em dar meia-volta e me poupar do que viria a seguir. Mas a curiosidade sempre prevalece.

De qualquer sorte, o cenário logo me impôs regras de conduta. A primeira foi a de não fotografar. Embora preguiçoso para fotos, eu levara uma câmara para registrar algumas lembranças. Mas como fazê-lo quando todos a meu redor estavam compungidos? Não seria deselegante me privilegiar do cenário dantesco? Mesmo assim, fiz algumas aleatórias e sem mirar. Diante da contenção dos adultos, um destaque: em dezenas de viagens ao Japão, eu jamais vira uma criança berrar como fazem as nossas. Pelo contrário, costumam ser contidas e passam quase despercebidas. Mas ali o choque pós-traumático deitava por terra essa regra de ouro. Muitas choravam à moda ocidental e outras urravam sem verter uma lágrima.

Entre Nada e Kobe, o cardápio ficou indigesto. Trilhos de trem retorcidos, calçadas estufadas apresentando enormes rasgos em ziguezague, postes caídos ou vergados, uma profusão de placas à porta dos estabelecimentos, filas mudas que tomavam meio quarteirão, vitrines estilhaçadas, outro tanto de janelas quebradas, prédios de até dez andares totalmente adernados tal a extensão das rachaduras e, sobretudo, viadutos retorcidos, como se um maluco tivesse tido um ímpeto de destruir maquetes de papelão. Que castigo para um povo esmerado no detalhe. Que provação para uma gente industriosa e refinada, cujo bom gosto está presente em todos os aspectos da vida nacional.
*escritor e consultor de empresas em São Paulo
merkenfd@uol.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.


O exemplo do Japão

Japão reconstrói rodovia destruída
por terremoto em apenas seis dias

Do G1, São Paulo

A estrada fica em Naka, na província de Ibaraki, norte do Japão, e faz a ligação com Tóquio. O trecho recuperado é de 150 metros. A rodovia foi danificada pelo terremoto de 11 de março e reconstruída em apenas seis dias.


Imagem colhida no dia 11 de março (Foto AP)




Terceira explosão em usina

Uma nova explosão atingiu o reator número 2 da usina nuclear de Fukushima 1 (240 km ao norte de Tóquio) por volta de 18h desta segunda-feira (horário de Brasília – 6h de terça no horário japonês), informou a agência de segurança nuclear do Japão.

Esta é a terceira explosão desde que a usina foi afetada pelo terremoto, seguido por um tsunami, que atingiu a costa japonesa na última sexta-feira (11). As outras duas explosões aconteceram no sábado e no domingo (hora de Brasília).







As duas primeiras explosões foram causadas por acúmulo de hidrogênio. Segundo a Tokyo Electric Power Co. (Tepco), empresa que opera a usina, a última explosão registrada ocorreu perto da piscina de supressão no tanque de contenção do reator, destinado a impedir que a radiação vaze em caso de acidente.

Cientistas internacionais afirmaram que há sérios riscos na região, mas descartaram que a explosão possa ser comparada à tragédia de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986. As autoridades japonesas estão injetando água do mar para tentar resfriar os reatores e estão avisando moradores perto da área para não deixarem suas casas para evitar contaminação.
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Os acidentes já deixaram ao menos 15 funcionários e militares feridos, além de expor cerca de 190 pessoas à radiação. O governo do Japão afirma que não foram liberadas grandes quantidades de radiação, mas milhares de pessoas já foram retiradas da região próxima às usinas.

Reator instável

Mais cedo, o governo japonês informou que o reator número 2 da usina nuclear de Fukushima 1 permanecia instável. O sistema de refrigeração da usina foi afetado durante o terremoto, seguido de um tsunami.

A afirmação foi feita após equipes tentarem resfriar as barras de combustível do reator durante cinco horas, injetando água do mar. “'O reator não está necessariamente em uma condição estável”, disse o chefe de gabinete Yukio Edano, em entrevista coletiva na manhã de terça-feira, no horário do Japão.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, afirmou também na manhã de terça-feira que o governo e a Tepco criarão uma equipe para enfrentar a crise nuclear que o país enfrenta.

Além de Kan, integraram a equipe os ministros da Economia e Comércio e Indústria do Japão, além do presidente da Tepco. “A situação continua preocupante, mas espero que com essa iniciativa a gente consiga superar a crise”, disse Kan. “Vou tomar todas as medidas para que os danos não aumentem”, afirmou o premiê.

Japão registra segunda explosão em reator

Mais cedo, o Japão pediu formalmente aos Estados Unidos e à Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) --que integra a ONU (Organização das Nações Unidas)-- ajuda para controlar suas usinas nucleares. Os pedidos foram feitos depois que as autoridades japonesas informaram que as barras de combustível do reator 2 da usina estariam novamente expostas devido a uma queda do nível da água de resfriamento, aumentando os receios de uma eventual fusão dos reatores.
Japão registra segunda explosão em reator

Segundo a emissora japonesa NHK, as tentativas de resfriar a temperatura dentro da câmara do reator número 2 não funcionaram. Por isso, o bombeamento de água no circuito de refrigeração teve que ser bloqueado, reduzindo o nível de água dentro do reator e impedindo o resfriamento da temperatura das barras, segundo informou a operadora Tepco à imprensa local.

NOTÍCIAS E FOTOS PELO LINK :
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/03/14/japao-confirma-2414-mortos-terceira-explosao-atinge-usina-nuclear.jhtm
http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/terremotonojapao.


NOTÍCIAS - DOMINGO - 13 MARÇO 2011.

O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, afirmou neste domingo que o país vive sua pior crise desde o final da Segunda Guerra Mundial, após o forte terremoto e o consequente tsunami que atingiram a nação na última sexta-feira.

Diante do quadro, Kan pediu união aos cidadãos. O primeiro-ministro afirmou que a situação é "preocupante", ao mesmo tempo em que mostrou sua gratidão e "respeito" pela calma com que a população japonesa enfrentou o terremoto --que atingiu 9 graus de magnitude, o pior de que se tem registro no país.


"Não será fácil, mas superaremos esta crise, como fizemos no passado", assegurou.

VEJA INFOGRÁFICO SÔBRE PAÍSES QUE RECEBERAM ALERTA DO TSUNAMI.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/infografico/2011/03/11/paises-que-receberam-alerta-de-tsunami.jhtm
Kan afirmou ainda que a situação na usina nuclear de Fukushima, a 250 quilômetros de Tóquio, ainda é muito grave. Ontem, a instalação que abrigava um dos reatores da usina explodiu após uma falha no sistema de resfriamento. Agora, outro reator corre o mesmo risco.

As autoridades japonesas lutam contra a crescente crise nuclear a a ameaça de múltiplos derretimentos de reatores, enquanto 170 mil pessoas foram retiradas das áreas de risco.

O derretimento parcial de um dos reatores da usina de Fukushima já estava, inclusive, em provável andamento, segundo uma das autoridades, e os operadores da instalação trabalham freneticamente para tentar manter a temperatura de outros reatores sob controle e prevenir um desastre maior.

O chefe do Gabinete de Segurança do país, Yukio Edano, afirmou neste domingo que uma explosão de hidrogênio poderia ocorrer no reator 3 de Fukushima --o mesmo tipo de explosão registrado no sábado no reator 1.

"Sob o risco de aumentar a preocupação pública, nós não podemos descartar o risco de uma explosão", disse Edano. "Se houver uma, contanto, não haverá impacto significativo para a saúde da população."

Mais de 170 mil pessoas foram retiradas da área como precaução, embora Edano afirme que a radiação liberada no ambiente até agora foi tão pequena que não colocou a saúde delas em risco.

O derretimento completo --o colapso dos sistemas de uma usina e sua habilidade de conter as temperaturas dos reatores sob controle-- poderia liberar urânio na atmosfera, contaminando de forma perigosa o ambiente e gerando sérios riscos para a saúde da população.

Cerca de 160 pessoas podem ter sido expostas à radiação até agora, afirmou Ryo Miyake, porta-voz da agência nuclear japonesa. A gravidade dessas exposições ainda não foi determinada. Elas foram levadas a hospitais.

Editoria de Arte/Folhapress






ESCALA

O acidente em uma central nuclear na cidade de Fukushima, no Japão, após o forte terremoto que atingiu o país na sexta-feira, foi classificado como de nível 4 na Escala Internacional de Eventos Nucleares, que vai de 0 a 7. A classificação é a terceira mais alta já concedida, ficando atrás apenas do acidente em Three Mile Island, nos Estados Unidos, em 1979 (nível 5) e de Tchernobil, em 1986 (grau 7).

A classificação 4 qualifica acidentes 'com consequências de alcance local', segundo documentos da AIEA (Agência internacional de Energia Atômica). Em 1999, o Japão havia registrado um acidente com a mesma classificação.

O termo anomalia é utilizado para o nível 1 e, incidente, para os níveis 2 e 3. O nível 4 é o pior até o momento no Japão, de acordo com a Agência japonesa de Segurança Nuclear e Industrial.

O reator Daiichi 1, ao norte da capital Tóquio, começou a vazar radiação depois que o terremoto de magnitude 8,9 causou um tsunami, prontamente levantando temores de um derretimento nuclear. O sistema de resfriamento do reator nuclear falhou após os tremores, causando uma explosão que rompeu o telhado da usina.

As autoridades afirmam que os níveis de radiação em Fukushima estavam elevados antes da explosão. Em determinado momento, a usina estava liberando a cada hora a quantidade de radiação uma pessoa normalmente absorve do ambiente em um ano.

Editoria de Arte/Folhapress






MORTOS

De acordo com dados oficiais, o número de mortos chega a 1.217, enquanto os desaparecidos chegam a 1.086. Espera-se que o número de vítimas continue aumentando, pois só na província de Miyagi a Polícia acredita que haverá, pelo menos, 10 mil mortes, a maioria em Minamisanriku, uma localidade litorânea totalmente arrasada pelo tsunami que seguiu o terremoto.

Também há outras 1.167 pessoas desaparecidas na província de Fukushima, segundo a apuração das autoridades locais.

Por outro lado, os especialistas alertaram que o nordeste do país sofrerá réplicas durante uma semana e que há 70% de possibilidades de que alguma delas supere, antes de quarta-feira, os 7 graus de magnitude na escala Richter.

O diretor da Agência Meteorológica do Japão, Takashi Yokota, indicou à TV "NHK" que, dentro de três dias, esse risco se reduzirá em 50% em uma área de 500 quilômetros de comprimento e 200 de largura no litoral das províncias de Ibaraki e Miyagi.
Mais de 100 mil militares foram convocados para socorrer as vítimas, ajudados por resgatistas e pessoal especializado de quase 70 países, além do porta-aviões americano Ronald Reagan.


PORTAL REVISTA VEJA ONLINE.

Ásia
Como o Japão se recuperará de seu maior desastre
Poupança interna, empréstimos no exterior e emissão de novos títulos deverão financiar a reconstrução da 3ª maior economia do mundo
Ana Clara Costa


PORTAL REVISTA ÉPOCA.

Como foi o maior terremoto da história do Japão
Na sexta-feira, um violento tremor de magnitude 8,9 na escala Richter atingiu o nordeste do Japão. O pior tremor da história do país ergueu um tsunami com ondas de 7 metros, que varreu o pacífico

Redação Época. Edição multimídia: David Michelsohn

OLHE O INFOGRÁFICO:

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI217656-15227,00-COMO+FOI+O+MAIOR+TERREMOTO+DA+HISTORIA+DO+JAPAO.html

OPINIÃO E NOTÍCIA.12 MARÇO 2011




Milhares de militares estão envolvidos na operação de resgate das vítimas do terremoto (foto: O Globo)


Megaoperação de resgate e ajuda humanitária no Japão
Estimativas apontam que o número de mortos pode passar de 1.300. Já foram confirmadas 503 mortes
12/03/2011.
Um dia após o maior terremoto da história do Japão, o governo do país se preocupa em resgatar os sobreviventes e em mandar ajuda humanitária às áreas mais afetadas. O país ainda está sob ameaça de mais tsunamis e dos efeitos de radiação, já que foi confirmado vazamento radioativo na usina nuclear de Fukushima.

A megaoperação de resgate inciada neste sábado, 12, mobiliza milhares de militares, além de 300 aviões e 40 navios. O Exército japonês está fazendo uso de todo o recurso disponível para socorrer as áreas atingidas, principalmente as províncias de Miyagi, Iwate e Fukushima.

As equipes de resgate, no entanto, têm tido dificuldades para chegar a tais áreas, onde o alerta de tsunamis ainda está em vigor, de acordo com o jornal O Globo. Segundo a polícia, na manhã deste sábado foram encontrados em Sendai entre 200 e 300 corpos.

Número de mortos passa de 500
O balanço mais recente divulgado pelo governo contabiliza mais de 500 mortos e mais de 700 desaparecidos. A mídia japonesa, porém, diz que o número de mortos pode passar de 1.300.

Não há informações de que brasileiros estejam entre as vítimas, mas o embaixador do Brasil no Japão, Marcos Galvão, não descartou esta possibilidade. Segundo a agência de notícias Kyodo News, o número de feridos passa de 900.

O tremor de magnitude 8.8, segundo a Agência de Meteorologia do Japão, ocorreu por volta das 3h da manhã (horário de Brasília) desta sexta-feira, 11. Cidades inteiras do nordeste do país foram varridas pelas ondas gigantes que chegaram à costa 1h4min depois do tremor


FONTE :
http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/politica/megaoperacao-de-resgate-e-ajuda-humanitaria-no-japao/


PORTAL TERRA 12 MARÇO 2011.

Cidades enfrentam desabastecimento e problemas com transporte
12 de março de 2011 •às 12h05







Um dia após terremoto, moradores encontram prateleiras vazias nos supermercados
Foto: Mário Larangeira/Especial para Terra
Direto de Yokohama
Em Yokohama, cidade próxima a capital Tóquio, os japoneses tiveram que enfrentar avisos e prateleiras vazias nos supermercados neste sábado, um dia pós o terremoto de 8,9 graus que devastou a região. Dentre os alimentos em falta, estão arroz, ovos, leite, pão e massas.

Os trens também não voltaram ao funcionamento normal na região metropolitana de Tóquio. O país ainda se recupera do caos causado pela paralisação dos trens e vias de acesso após o terremoto de grandes proporções que castigou o norte do país.

A população continua armazenando alimentos e água. Enquanto que todas as viagens de ônibus para as áreas afetas foram canceladas.


OPINIÃO E NOTÍCIA - 12 MARÇO 2011.

Após terremoto
Japão confirma vazamento radioativo e pede calma
Houve uma explosão na usina nuclear de Fukushima neste sábado às 15:36h na hora local





Porta-voz do governo japonês, Yukio Edano (Fonte: Yahoo)

O governo do Japão confirmou neste sábado, 12, que houve vazamento de material radioativo na usina nuclear de Fukushima, que foi bastante afetada pelo forte terremoto que sacudiu o país nesta sexta-feira, 11.






Montagem mostra fumaça na usina nuclear de Fukushima (Fonte: Reuters)

Houve uma explosão em Fukushima neste sábado às 15:36h na hora local (3:36h de Brasília), no momento de uma réplica do grande terremoto de sexta.

Governo amplia isolamento da área
Quatro trabalhadores que tentavam resfriar um reator ficaram feridos. O raio de isolamento ao redor da usina foi ampliado de três para dez quilômetros.

O porta-voz do governo japonês, Yukio Edano, pediu calma à população enquanto se investiga as causas da explosão na usina de Fukushima e fez um apelo para a economia de eletricidade no país. Os reatores nucleares afetados pelo terremoto respondem por 18% da geração de energia no Japão.


PORTAL UOL - FOLHA DE SÃO PAULO - 12 MARÇO 2011.

Militares encontram mais de 300 corpos em porto no Japão; número de mortos pelo terremoto passa de 500.

Do UOL Notícias - Em São Paulo - 12/03/2011 - 09h08

Militares japoneses encontraram entre 300 e 400 corpos no porto de Rikuzentakata, no nordeste do Japão, que foi atingido por um tsunami causado pelo violento terremoto de magnitude 8,8, disse o Exército neste sábado (12).

O porto de Rikuzentakata, situado na província de Iwate, às margens do Oceano Pacífico, ficou totalmente inundado depois da passagem do tsunami.

A Polícia do Japão aumentou neste sábado para 564 o número de mortos e situou em 600 o de desaparecidos pelo terremoto de magnitude 8,8 na escala Richter, que atingiu na sexta-feira o nordeste do país e que foi seguido por um tsunami

EIS AS PRIMEIRAS NOTÍCIAS DO DIA 11 / MARÇO / 2011 -

DIA DOS ACONTECIMENTOS .

NOTÍCIAS DA FOLHA S.PAULO - UOL ONLINE.

Terremoto de 8,8 pontos
Tsunami devasta região do Japão e mata 337 pessoas







O terremoto abalou prédios em Tóquio e fez com que as autoridades emitissem um alerta sobre tsunamis, avisando que as ondas podem atingir até 6 metros de altura - no entanto, há registro de que um tsunami de 10 metros de altura arrasou a costa da cidade de Sendai, no noroeste do país, segundo agências de notícias japonesas. A pista do aeroporto de Sendai, no distrito de Miyagi, foi inundada. O governo enviou barcos da Força Naval do país para a área.

O fornecimento de energia elétrica foi interrompido em Tóquio e regiões vizinhas, afetando cerca de 4 milhões de residências. Os moradores da capital do país evacuaram os prédios como medida de precaução e imagens do canal de televisão NHK registraram fumaça saindo de um prédio em Odaiba, bairro de Tóquio, logo após os tremores. O mesmo canal exibiu outra reportagem na qual carros e barcos foram varridos pelas ondas na prefeitura de Fukushima após o tremor.


LINK - FOLHA - UOL.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/03/11/terremoto-de-79-pontos-atinge-o-japao-nao-ha-danos-confirmados.jhtm

NOTÍCIAS - USA -








NOTÍCIAS -THE ECONOMIST - USA.

Containing the nuclear crisis
Mar 12th 2011, 15:49 by K.N.C., H.T. and A.N. | TOKYO







FIRST came a violent earthquake. Then a devastating tsunami followed. Now an explosion at a nuclear power plant—and the release of radioactive material—has added to Japan's woes. There was a momentary sense of relief on Saturday evening when the government assured the public that the explosion had not been caused by the meltdown of the reactor.

Two aftershocks of yesterday's quake rattled northeastern Japan between 10:20 and 10:40 pm, measuring 4.8 and 6.0 in magnitude. Yesterday's 8.8 magnitude earthquake set off the automatic shut-down systems in ten of Japan's 55 nuclear power plants, from which the country gets a third of its energy. But the cooling systems malfunctioned in numerous reactors at the Fukushima plant. As the temperatures rose, so did the pressure inside two reactors. Radioactive vapour was released into the air on Saturday to ease the pressure. The control room reported radiation levels at 1,000 times the norm.

At 3:36 pm the Fukushima Dai-ichi (number one) building exploded following reported tremors, billowing plumes of smoke into the atmosphere. Yukio Edano, the government's chief cabinet secretary, said that the reactor's nuclear containment vessel did not suffer a meltdown or explode, citing the plant's operator, Tokyo Electric Power Company (TEPCO).

The explosion, he said, was due to hydrogen buildup in the steam piping that mixed with oxygen, and that there was no damage to the container with the nuclear fuel. TEPCO has been filling the container with seawater combined with boric acid to cool the reactor, which Mr Edano called an "unprecedented" remedy. Boric acid, as well as being a strong neutron absorber to prevent the nuclear fuel from overheating, will also make the reactor much harder to get running again.

Four workers were injured from the blast and another person is reported dead. The hourly radiation following the blast was 1,015 micro sievert, a level of exposure that is considered acceptable per person per year. But it has since been falling steadily, according to TEPCO. The government has ordered the evacuation of people within a 20 kilometer radius of Fukushima Dai-ichi, and a 10km radius of a second reactor nearby. "We wanted to play it safe," Mr Edano said.

Yet Japan has a spotty record for nuclear safety. In previous cases of suspected contamination, the government and industry has not been fully transparent—though it improved its response, such as after the release of small amounts of radioactive water following an earthquake near Niigata in 2007 that closed the Kashiwazaki-Kariwa Nuclear Power Plant.

The nuclear crisis adds to a day of chaos and cleanup for the country. The earthquake decimated cities and towns throughout northeastern Japan, followed by crushing a tsunami with four-metre high waves. Torrents of muddy water and firery debris washed away cars and buildings, flooding towns and farmland. The government has mobilized all self-defense forces personnel, with 50,000 directly dispatched for rescue efforts. More than 3,000 people have been rescued, including many by helicopters from building roofs, where people went to escape the floods. Around 9,500 people remain unaccounted for in the town of Minamisanriku in Miyagi Prefecture, say prefectural officials—more than half of the population of the coastal town. In all, at least 600 people have been declared dead and another 650 missing.

So powerful was the quake—off the coast of Japan and 24km under water—that Italy's National Institute of Geophysics and Volcanology said the Earth's axis shifted 25 centimeters as a result, and the US Geological Survey said the main island of Japan had shifted 2.4 meters. Tsunami warnings were issued throughout the Pacific basin and as far away as Chile. The devastation has forced power cuts to 5.6m households in the most stricken region, and more than 1m households lost their water supply, according to the Japanese news agency Kyodo.

Businesses are being disrupted. Nissan plans suspend operations at all of six of its Japanese factories until its supply chain can be assured. Honda will suspend four of its five domestic plants and Toyota said that two of its subsidiaries shut their factories in region. Sony suspended operations at six components factories in the area, and Toshiba halted a chip plant.


YOU TUBE _ CNN - TSUNAMI AVANÇA NO JAPÃO.

http://www.youtube.com/watch?v=dnjlli_yV-k

YOU TUBE : IMAGENS FORTES DO TERREMOTO.

http://www.youtube.com/watch?v=lrhOR0_oUUINOTÍCIAS DA BBC - LONDRES.







Japanese television showed cars, ships and even buildings being swept away by a vast wall of water after the 8.9-magnitude earthquake.

The quake has sparked fires in several areas including Tokyo, and numerous casualties are feared.

It struck about 250 miles (400km) from the capital at a depth of 20 miles. There have been powerful aftershocks.

The tremor hit at 1446 local time (0546 GMT). Seismologists say it is one of the largest earthquakes to hit Japan for many years.

Continue reading the main story
At the scene
Roland Buerk

NOTÍCIAS DA BBC NEWS. - INGLATERRA.







When the earthquake hit, buildings in Tokyo swayed. Walking was like crossing the deck of a ship at sea.

People poured down from their offices and stood in the street staring up.

A large fire seemed to have broken out in one part of the city and, in another place, injured people were being brought out of a station.

The authorities immediately issued a tsunami warning.

In Tokyo, public transport has been suspended, elevators are switched off in many buildings and thousands of people have gathered in squares and around train stations.
The tsunami warning was extended to the Philippines, Indonesia, Taiwan, the Pacific coast of Russia and Hawaii.

The Pacific Tsunami Warning Center said the wave could extend as far as Chile.

Tsunami waves hit Japan's Miyagi and Fukushima prefectures, officials said, damaging dozens of coastal communities.

Japan's NHK television showed a massive surge of debris-filled water sweeping away buildings, cars and ships and reaching far inland.

Motorists could be seen trying to speed away from the wall of water.

Farmland around the coastal city of Sendai was submerged and the waves pushed cars across the runway of the city's airport.

'Seasick'

The earthquake also triggered a number of fires, including one at an oil refinery in Ichihara city in Chiba prefecture near Tokyo, engulfing storage tanks.

There were reports of about 20 people injured in Tokyo after the roof of a hall collapsed on to a graduation ceremony.

Residents and workers in Tokyo rushed out of apartment buildings and office blocks and gathered in parks and open spaces as aftershocks continued to hit.

Many people in Tokyo said they had never felt such a powerful earthquake.

In central Tokyo, Jeffrey Balanag said he was stuck in his office in the Shiodome Sumitomo building because the elevators had stopped working.

"There's no panic but we're almost seasick from the constant rolling of the building," he told the BBC.

Bullet train services to northern Japan were halted, rapid transit in Tokyo was suspended and some nuclear power plants automatically shut down.

Prime Minister Naoto Kan said there had been no radiation leaks.

In a televised address, he extended his sympathy to the victims of the disaster and said an emergency response headquarters had been set up.

He said the earthquake had a magnitude of 8.4 while the US Geological Survey said it measured 8.9.




VIDEOS.

BBC - YOU TUBE - TSUNAMI

http://www.bbc.co.uk/news/world-asia-pacific-12769741


http://www.bbc.co.uk/news/world-asia-pacific-12709850


http://www.bbc.co.uk/news/world-asia-pacific-12735023

http://www.bbc.co.uk/news/world-asia-pacific-12727879

http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/?hashId=comportas-danificadas-facilitaram-entrada-de-tsunami-040219376ADCC97327&mediaId=9797572
LINK BBC :

http://www.bbc.co.uk/news/world-asia-pacific-12709598

NOTÍCIAS DE EL PAÍS - ESPANHA.













Un terremoto de 8,9 grados paraliza Japón
El fuerte temblor ha provocado numerosos heridos y una alerta de tsunami.- Hasta el momento hay 22 fallecidos y decenas de personas heridas
AGENCIAS - Tokio - 11/03/2011


Un terremoto de 8,9 grados en la escala abierta de Richter ha sacudido la costa noreste de Japón y ha provocado numerosos heridos y al menos 22 muertos y una alerta de tsunami. Según las autoridades sismológicas japonesas, este temblor es el peor que ha sufrido en su historia. Las autoridades también han informado de que varias personas han quedado enterradas por el hundimiento de un edificio en Sendai y otras muchas han resultado heridas; también en Osaki, en la prefectura de Miyagi, y en el centro de Tokio, donde varias decenas de personas han quedado atrapadas tras derrumbarse el techo de un edificio. Alrededor de 4 millones de casas están sin electricidad en seis provincias, según han informado las autoridades. El temblor ha desencadenado un incendio en la central nuclear de la Compañía de Electricidad Tohoku, en la ciudad nipona de Onagawa, según ha informado la agencia de noticias Kiodo. Hay otro gran incendio en una refinería de la ciudad Cosmo Oil en la ciudad de Iichahara, en la región de Tokio.





El primer ministro japonés, Naoto Kan (izquierda), es sorprendido por el terremoto durante una sesión de trabajo en el Parlamento.- TORU ANAI (REUTERS)






El epicentro de este seísmo estuvo en el Océano Pacífico, a 130 kilómetros de la península de Ojika y una profundidad de 10 km, en la misma zona donde hace dos días ocurrió otro terremoto de 7,3 grados que no causó daños. El temblor ocurrió a las 14.46 hora local (las 6.46 en la Península) y alcanzó el máximo de 7 grados en la escala japonesa, que se centra en las zonas afectadas más que en la intensidad del temblor.

El primer ministro, Naoto Kan, ha calificado de "graves" los daños causados por el temblor, en una comparecencia pública tras el seísmo. Además, ha anunciado que habrá un consejo de Ministros extraordinario sobre el mediodía (hora española). Kan ha pedido calma a la población y ha asegurado que su Administración hará "todos los esfuerzos para minimizar los daños", y que ha creado un grupo de trabajo de emergencia para gestionar la situación. El portavoz del Gobierno, Yukio Edano, ha dicho por su parte que el Ejecutivo se está comportando bajo la suposición de que éste ha sido el peor terremoto de la historia de Japón. Edano también ha pedido a la población a mantenerse alerta ante las numerosas réplicas y por el tsunami provocado por el temblor, que ha llevado a ordenar la evacuación en las zonas costeras en riesgo.

En Tokio, el seísmo ha sacudido fuertemente e incendiado edificios (al menos seis), según informan las autoridades locales. Los transportes aéreos, ferroviarios y por carretera están interrumpidos en Tokio y el noreste. En el aeropuerto de Narita, el más grande del país, se han paralizado todos los servicios, mientras se verifica el estado de las pistas.







El fuerte seísmo ha provocado un tsunami con olas de entre siete y diez metros en varias zonas de la costa del país, según han relatado varios testigos al canal de televisión NHK, en unos testimonios recogidos por Reuters. El tsunami ha arrasado con todo a su paso, incluidas casas, automóviles y edificios, según testigos y medios. El ministro de Defensa ha enviado ocho aviones militares que sobrevuelen las zonas más afectadas para comprobar los daños.

La televisión ha mostrado cómo algunos edificios han sufrido incendios en varias zonas de Tokio, como en Odaiba, una zona residencial, o en la zona industrial de Yokohama. Las imágenes muestran también vehículos flotando en el agua después del tsunami en el norte de Japón. En Tokio, el temblor fue tan duro que la gente que estaba atrapada en el metro apenas podía mantenerse de pie, según ha relatado un testigo a Reuters.

Alerta de tsunami en todos los países del Pacífico

El aviso de tsunami se ha ampliado a la costa de Taiwán, Rusia, Indonesia, Papúa Nueva Guinea, Hawaii y otros lugares del Pacífico, informa la BBC. Según el Instituto Geológico de EE UU (USGS, por sus siglas en inglés), se están produciendo numerosas réplicas en la zona. Hasta el momento, seis temblores de entre 6,3 y 7,1 grados han sucedido al potente seísmo.

El violento terremoto se ha sentido también en la economía. El índice Nikkei de la bolsa de Tokio ha cerrado con una caída del 1,72% ante la incertidumbre por los efectos del seísmo. El yen también se ha depreciado notablemente frente al dólar.

Los temblores son comunes en Japón, uno de los países con más zonas sísmicas activas. El país tiene alrededor del 20% del total de los terremotos del mundo por encima de los 6 grados en la escala Ritcher. Según la Agencia Meteorológica japonesa, este temblor es el mayor desde que se miden este tipo de fenómenos naturales. Ha sido peor que el que tuvo lugar en 1923 en Gran Kanto, que tuvo una magnitud de 7,9 y mató a más de 140.000 personas en el área de Tokio.

El buscador de Internet Google ha puesto a disposición de los usuarios un buscador de personas para contactar con la gente que está en estos momentos en Japón. Está disponible en inglés y japonés.

LINK : EL PAÍS - ESPANHA.

http://www.elpais.com/articulo/internacional/terremoto/89/grados/paraliza/Japon/elpepuint/20110311elpepuint_6/Tes


NOTÍCIAS - FRANÇA - LE MONDE.







Japon : relisez notre suivi en direct des événements de samedi





LeMonde.fr avec AFP et Reuters | 12.03.11 | 08h09 . Au lendemain du plus violent séisme de son histoire, et alors que le Japon subit encore de nombreuses répliques sismiques, l'inquiétude grandit autour de plusieurs centrales nucléaires touchées par le tremblement de terre de magnitude 8,9, et l'impressionnant tsunami qu'il a provoqué vendredi 11 mars.
Le secrétaire général du gouvernement japonais a confirmé samedi matin qu'une explosion et une fuite radioactive s'étaient produites a la centrale de Daiichi, dans la préfecture de Fukushima, située à 240 kilomètres au nord de Tokyo. Les autorités ont ordonné aux habitants d'évacuer la zone dans un rayon de 20 kilomètres autour de la centrale.Quatre employés ont été "légèrement blessés" dans l'explosion qui s'est produite à 15 h 36 heure locale (8 h 36 à Paris). Sur place, la dose de radioactivité reçue par un individu sur le site du sinistre correspond à celle qu'une personne peut absorber au maximum en un an, sous peine de mettre en danger sa santé, a assuré l'agence de presse Kyodo.
Concernant le bilan du tremblement de terre et du tsunami, les derniers chiffres de la presse locale indiquaient 1 300 victimes, tandis que la police fait pour sa part état de 700 morts. Dans le Nord-Est, mille huit cents maisons ont été détruites. Tous les ports du Japon ont été fermés mais le trafic reprend progressivement à l'aéroport de Tokyo. Plus de 8 000 soldats ont été déployés pour les efforts des secours. Relisez notre suivi en direct des événements de samedi


NOTÍCIAS - DEUTSCHE WELLE.





Naturkatastrophen
Schweres Erdbeben erschüttert Japan





Ein Beben der Stärke 8,8 hat in Japan erste Todesopfer gefordert. Die Hafenstadt Sendai und die Ostküste wurden von meterhohen Tsunami-Flutwellen getroffen, in Tokio schwankten Häuser, Feuer brachen aus. »

Naturkatastrophen | 11.03.2011
Schweres Erdbeben erschüttert Japan

Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Autos wurden weggeschwemmtEin Beben der Stärke 8,8 hat in Japan erste Todesopfer gefordert. Die Hafenstadt Sendai und die Ostküste wurden von meterhohen Tsunami-Flutwellen getroffen, in Tokio schwankten Häuser, Feuer brachen aus.

Der Nordosten Japans ist am Freitag (11.03.2011) von einem schweren Erdbeben erschüttert worden. Ersten Berichten zufolge löste das Beben bis zu zehn Meter hohe Flutwellen aus. Dabei seien der Agentur Jiji zufolge mehrere Menschen getötet worden. Zudem kam es zu Erdrutschen, durch die zahlreiche Menschen verschüttet wurden. In der Hafenstadt Sendai wurden


NOTÍCIAS - CORRIERE DELLA SERA.













allerta onde anomale anche nella Siberia russa e alle isole Marianne
Trema il Giappone, crolli e 32 morti
Tsunami di 10 metri, emergenza nucleare
Serie di scosse di terremoto fino a 8.9 gradi. Una trentina i dispersi. A Tokyo incendi e feriti. Centrali nucleari, porti e aeroporto chiusi. Cellulari in tilt, Internet tiene

Trema il Giappone, crolli e 32 morti
Tsunami di 10 metri, emergenza nucleare

TV :

http://www.corriere.it/esteri/11_marzo_11/giappone-terremoto-allarme-tsunami_5c077c42-4ba6-11e0-b2c2-62530996aa7c.shtml
Serie di scosse di terremoto fino a 8.9 gradi. Una trentina i dispersi. A Tokyo incendi e feriti. Centrali nucleari, porti e aeroporto chiusi. Cellulari in tilt, Internet tiene


TOKYO - Un terremoto d'intensità devastante (8.9 gradi) ha investito stamane il Giappone nord-orientale e uno tsunami di dieci metri si è abbattuto sulla costa della città di Sendai, il capoluogo della prefettura di Miyagi, nel nordest del paese. Il sisma, fra i dieci più violenti degli ultimi 150 anni, ha causato fino a questo momento almeno 32 morti e una trentina di dispersi, ma il bilancio è provvisorio. Quasi tutte le vittime sono dovute a crolli, come le cinque persone decedute dalla caduta del tetto di una casa di riposo nella prefettura nordorientale di Fulushima.

LE COMUNICAZIONI - Le comunicazioni telefoniche attraverso le linee fisse o mobili sono pressochè impossibili nell'area di Tokyo, dove invece ha resistito l'infrastruttura Internet, tramite la quale la gente continua a scambiarsi informazioni in tempo reale sulla situazione di crisi seguita al sisma. I telefoni cellulari sono andati in panne mentre continuano a registrarsi scosse d'assestamento, sono state due quelle devastanti: la prima è durata oltre due minuti e la seconda è stata di 7.8 gradi. Il sisma, secondo l'Istituto di Geofisica americano, si è verificato a 24,4 km di profondità alle 6,46 ora italiana (14,46 in Giappone) e circa un centinaio di chilometri al largo della prefettura di Miyagi. L'allarme tsunami è stato esteso a tutto il Pacifico, all'Australia, Messico, Nuova Zelanda, America Latina ed esteso a tutta la costa ovest degli Stati Uniti. Le onde telluriche sono state avvertire distintamente fino a Pechino.

EMERGENZA NUCLEARE - Intanto è emergenza nucleare attorno a una centrale nucleare a Fukushima, a causa del potentissimo sisma che ha colpito il nordest del Giappone. L'ha affermato la televisione pubblica nipponica Nhk. L'ente che gestisce la centrale ha spiegato che il sistema di raffreddamento del reattore è andato in panne. Il governo di Tokyo ha deciso di dichiarare la situazione di emergenza sull'energia nucleare anche se, assicura, finora non ci sono fughe radiattive.





LO TSUNAMI - Ma le immagini più impressionanti arrivano dal porto di Sendai, città capoluogo della prefettura di Miyagi, nel nordest del Giappone. Qui si è abbattuto uno «tsunami» alto una decina di metri: esattamente come avevano preavvertito le autorità. Lo tsunami si è spinto fino a 5 chilometri all'interno della prefettura di Fukushima. La pista dell'aeroporto è stata invasa dalle acque. L'onda ha investito auto, case e macchinari per l'agricoltura, prima che le acque si ritraessero trascinando tutto con sé verso il mare. In molte case si sono sviluppati incendi, probabilmente causati dello scoppio dei tubi del gas. A Miyagi, capoluogo dell'omonima prefettura, l'acqua dal mare si è riversata all'improvviso nelle strade, trascinando via con sè auto e cartelloni pubblicitari. Il porto si è riempito di carcasse di veicoli. Un'onda ha anche inondato l'enorme parcheggio del parco divertimenti di Disneayland, nella regione di Tokyo.

Il terremoto in Giappone


TOKYO - A Tokyo molte persone hanno riportato lesioni in seguito al crollo del tetto di una scuola, dove era in corso una cerimonia di consegna dei diplomi alla quale stavano partecipando circa seicento studenti. Sempre nella capitale è stato chiuso l'aeroporto di Narita. Uno dei principali aeroporti di Tokyo, quello di Ibaraki che si trova 80 chilometri a nordest della capitale, è stato chiuso a seguito del crollo di un'ampia parte del tetto. L'aeroporto risaliva ad appena un anno fa. Bloccati i treni-proiettile, chiuse centrali nucleari e raffinerie: in quella di Iichihara, vicino alla capitale nipponica, si è sviluppato un incendio, così come era già avvenuto in porto, dove si erano innescati almeno sei focolai. Le immagini in tv mostrano una raffineria in fiamme alle porte di Tokyo. L'antenna in cima alla Tokyo Tower, il simbolo della capitale nipponica e della ricostruzione post-bellica, si è piegata a causa delle scosse. Trenta minuti dopo la scossa di terremoto a Tokyo gli edifici continuavano ad oscillare e le reti di telefoni cellulari non funzionavano. Le fornitura di energia elettrica è saltata in un'ampia parte della piana del Kanto, la grande area di Tokyo: la Nhk ha riferito che circa 4 milioni di abitazioni sono rimaste senza luce a causa delle violentissime scosse. Chiusi tutti i porti giapponesi.

IL PREMIER - I danni sono stati subito definiti «considerevoli» dal governo nipponico il quale assicurando comunque che non ci sono state fughe di radiottività da centrali atomiche. Il primo ministro Naoto Kan ha costituito una task force per affrontare le conseguenze del potente sisma che ha colpito il nordest del Giappone. Kan ha comunicato in una conferenza stampa teletrasmessa che le centrali nucleari «si sono fermate automaticamente» e che «non ci sono notizie di fughe di radiazioni». Il capo del governo nipponico ha espresso le più «profonde condoglianze a chi sta soffrendo le conseguenze» di questo «fortissimo terremoto» e ha chiesto alla popolazione di continuare a seguire le indicazioni trasmesse televisivamente con tranquillità. Il ministro degli Esteri giapponese, Takeaki Matsumoto, ha dato disposizioni alla struttura diplomatica di accettare gli aiuti internazionali. Le comunità internazionali cominciano ad offrire i loro aiuti: in prima fila la Francia e gli Stati Uniti. Anche l'Onu ha annunciato che trenta squadre di soccorso sono pronte a partire, mentre l'Unità di crisi della Farnesina, già in contatto con l'ambasciata d'Italia a Tokyo, sta verificando l'eventuale coinvolgimento di connazionali nel violento sisma. Inatnto giunge notizia che stanno tutti bene i 311 componenti dell'orchestra e dello staff del Maggio Musicale Fiorentino che si trovano dagli inizi di marzo a Tokyo per una lunga tourneè.

LE SCOSSE - La prima scossa ha raggiunto magnitudo 7.9, poi corretta ad 8.8 quindi a 8.9, alle 14.46 locali (le 6,46 in Italia) con epicentro a una profondità di 24,4 km e a 81 miglia da Sendai, nello Honshu. Un'altra forte scossa di 7.8 si è registrata alle 15.15 locali (le 7,15 in Italia) al largo delle acque della prefettura di Ibaraki, alla profondità di 80 km. L'istituto geologico degli Stati Uniti ha annunciato che il terremoto che ha colpito il nordest del Giappone è stato di magnitudo 8.9, mentre per l'agenzia metereologica giapponese si è trattato di una scossa di grado 8.4. Il terremoto è avvenuto alle 14:46 locali ed è stato seguito da 12 potenti scosse di assestamento, sei delle quali almeno di magnitudo 6.3, esattamente come la scossa che ha colpito recentemente la Nuova Zelanda. La costa nordorientale del Giappone sul Pacifico, Sanriku, in passato è stata colpita da terremoti e tsunami e un sisma di magnitudo 7.2 si era verificato mercoledì. Nel 1933, un sisma di magnitudo 8.1 nella zona provocò la morte di oltre 3.000 persone. La scossa registrata questo pomeriggio sulla costa orientale del Giappone è stata la più potente mai registrata nel Sol Levante.







MERCATI - Subito dopo la scossa lo yen ha iniziato a perdere terreno contro il dollaro, arrivando fino a 83,30 da 82,74 prima del sisma. Lo yen ha perso terreno anche contro l'euro a 115,01 da 114,35. Il cross euro-dollaro è a 1,3815. La borsa di Tokyo ha chiuso in forte ribasso. L'indice Nikkei ha lasciato sul terreno l'1,72% a 10.254,43 punti. L'indice aveva comunque già aperto in ribasso dell'1,30%, scendendo sotto quota 10.300 per la prima volta dal 1 febbraio, minato dall'instabilità politica in Medio Oriente.

Redazione online
11 marzo 2011
© RIPRODUZIONE RISERVATA

LINK :

http://www.corriere.it/esteri/11_marzo_11/giappone-terremoto-allarme-tsunami_5c077c42-4ba6-11e0-b2c2-62530996aa7c.shtml

TOKYO SHIMBUM - WEB.











LINK :
http://www.tokyo-np.co.jp/article/feature/miyagijisin/CK2011031102100010.html

LINK :
http://www.tokyo-np.co.jp/


LINK :

Veja imagens de tsunami atingindo costa de Sendai, no Japão.

http://www.band.com.br/jornalismo/mundo/conteudo.asp?ID=100000408980

LINK :

http://www.youtube.com/watch?v=vg8ZaAfCy14


LINK :

http://www.youtube.com/watch?v=iXXac41fr_c

LINK : TV AND RADIOS BROADCASTS ONLINE.

http://broadcast-live.com/japan.html

LINK : JAPANESE NEWSPAPERS ONLINE.

http://www.onlinenewspapers.com/japan.htm


LINK : JME - JAPAN METEOROLOGICAL AGENCY.

http://www.jma.go.jp/en/quake/

TAGS : ("hits - earthquake and tsunamis in Japan ).

JAPÃO : TSUNAMI E TERREMOTOS.- NOTÍCIÁRIO COMPLETO




Imagem colhida seis dias depois (Foto AP)






Comentário do Jornal dos Amigos - Roberto Bendia - Belo Horizonte.

Acreditamos que o governo japonês reconstruirá as cidades atingidas por terremotos e tsunamis antes mesmo da reforma de nossos estádios para a Copa de 2014!
Milagre?
Não. Zelo (vontade política), disciplina e determinação.



2 ) SEPULTAMENTO EM MASSA AGRIDE TRADIÇÃO JAPONESA.

Shiho Fukada/International Herald Tribune

VEJA SLIDES :
http://noticias.uol.com.br/album/110324funeraljapao_album.jhtm


3 )CÃES E GATOS TAMBÉM SãO VÍTIMAS DA TRAGÉDIA NO JAPãO.

SLIDES :

http://noticias.uol.com.br/album/110325bichos_japao_album.jhtm


4 ) CRIANÇA EM ABRIGO PEDE " COMIDA QUENTE " !





25.mar.2011
Criança chora porque quer comida quente, enquanto familiar tenta acalmá-la em centro de ajuda na cidade de Ishinomaki, em Miyagi.

SLIDES.

http://noticias.uol.com.br/album/110318_terremotonojapao_4_album.jhtm?abrefoto=173#fotoNav=163



SÁBADO: 26 MARÇO 2011.

PORTAL UOL - FÔLHA DE SÃO PAULO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS.

10.102 MORTES CONFIRMADAS E 17.053 PESSOAS DESAPARECIDAS.

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS


Duas semanas depois do devastador terremoto e tsunami que atingiram o Japão, a Polícia Nacional contabilizou 10.102 mortes confirmadas. Outras 17.053 pessoas ainda estão desaparecidas e mais de 240 mil ainda estão em 1.900 abrigos por todo o país.

O número final de vítimas ainda deve aumentar. As buscas por vítimas na província de Fukushima foram interrompidas diante da crise nuclear na usina de Fukushima Daiichi. Já em Myiagi, afirma a agência de notícias Kyodo, as autoridades estimam que muitos corpos devem ser recuperados do mar.

Nicolas Asfouri/AFP






Japoneses fazem fila por gasolina em posto de Yamada, na província de Iwate; mais de 17 mil ainda estão desaparecidos

A polícia de Myiagi divulgou em seu site informações sobre mais de 2.000 corpos recuperados, incluindo detalhes de tamanho e roupas, na esperança de identificá-los.

Em Iwate, Myiagi e Fukushima, as mais afetadas pelo tremor, foram realizadas autópsias em 9.890 corpos. Destes, cerca de 6.890 foram identificados e 6.320 foram devolvidos para suas famílias.

RETIRADA

O governo do Japão está oferecendo ainda transporte e assistência aos moradores da região entre 20 km e 30 km da usina de Fukushima Daiichi, danificada pelo terremoto e tsunami do último dia 11.

O porta-voz do Gabinete japonês, Yukio Edano, afirmou que a retirada é voluntária e leva em consideração as 'dificuldades' enfrentadas por estes moradores e não um risco à sua saúde pelo vazamento de radiação.

Segundo Yukio, os moradores enfrentam dificuldades em conseguir suprimentos no comércio local. Muitas empresas não estão repondo seus produtos no comércio local, por medo de enviar seus funcionários para a região.

Nicolas Asfouri/AFP







Casas e ruas ficam destruídas por terremoto e tsunami em Yamada; moradores devem deixar proximidades de Fukushima

Ele ressaltou que esta não é uma retirada obrigatória, mas não descartou que a medida seja imposta caso os níveis de radiação subam a níveis perigosos.

O governo já havia retirado mais de cem mil pessoas da área de até 20 km da usina, cujos técnicos continuam enfrentando dificuldade em conter o vazamento de vapor radiativo com a falta de energia elétrica e os danos causados aos prédios dos reatores.

As autoridades pediram ainda que os moradores desta faixa entre 20 km e 30 km ficassem em casa me tomassem precauções adicionais contra a radiação.

"A distribuição de bens está estagnada e é difícil manter sua vida diária por um longo período de tempo", disse Yukio, acrescentando que o governo dará assistência logística para transporte e outras facilidades para quem quiser se mudar.

O governo pediu ainda que as cidades trabalhem coordenadamente para tornar a retirada imediata possível, caso seja decidido um esvaziamento emergencial da região.

A Comissão de Segurança Nuclear do Japão, um painel do governo, também recomendou a retirada voluntária dos moradores, já que o vazamento de material radioativo deve continuar por algum tempo.

SEXTA FEIRA : 25 MARÇO 2011.

PORTAL UOL - FÔLHA DE SÃO PAULO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS.


24/03/2011 - 11h03
JAPÃO RECONSTRÓI EM SEIS DIAS, ESTRADA DESTRUIDA PELO TERREMOTO.

Do UOL Notícias* - Em São Paulo

Uma estrada que foi destruída pelo terremoto do último dia 11 no Japão foi completamente reconstruída em apenas seis dias. O trabalho de reconstrução dos 150 metros da estrada destruída começou em 17 de março. Na noite de quarta-feira (23), a rodovia Grande Kato, em Naka, foi reaberta para o tráfego.






Pois bem, eis que às vésperas de mais uma floração de cerejeiras – um espetáculo que dá forma à mais assentada noção do belo -, um corolário de catástrofes se abate sobre o arquipélago altivo. Nesse contexto, convém atentar para os padrões de comunicação lá vigentes. Pois é nas horas de tensão extrema que o observador atento pode atinar para as circunvoluções do tatemae, a sinuosa forma japonesa de falar em público sem ferir suscetibilidades nem levar ninguém a situações embaraçosas. É esse padrão que nos dá muitas vezes a sensação de falta de objetividade dos locais, como se eles estivessem “enchendo linguiça”. Veja-se que, dadas as circunstâncias extremas, houve até japoneses que pediram mais assertividade e clareza.

Que castigo para um povo esmerado no detalhe. Que provação para uma gente industriosa e refinada, cujo bom gosto está presente em todos os aspectos da vida nacional

Se essa regra é vigente entre cidadãos comuns, donas de casa e homens de negócios, não é difícil imaginarmos o quanto esse mesmo padrão de sutileza não se impõe quando é o Imperador em pessoa que vem à televisão para pedir aos súditos solidariedade e paciência. Quantas armadilhas protocolares não se escondem por trás da expressão de bonomia, tão ciosa da humildade, com que conclamou os súditos à coesão? Certa feita um japonês com quem tinha negócios – um homem culto sob quaisquer ângulos que se olhasse -, me confessou que não dominava a língua com proficiência devida para se dirigir ao Imperador. Disse que se tratava de uma linguagem eivada de particularismos muito específicos e só franqueada a iniciados.

O grave e desesperador para a circunstância é que o herdeiro do trono do sol não pode em momento algum fazer como a maioria de nós, ou seja, migrar do tatemae para o honne. Isso significa fugir dos salamaleques e tocar a verdade do fato. Por quê? Ora, porque esta só pode ser enunciada em ambiente propício, quase informal, e entre interlocutores e grupos cujos laços estejam devidamente testados.

Entrementes, como eles mesmos gostam de dizer ao exortar alguém a se superar, termino com um gambate, Japão. Este está sendo só um capítulo triste; a recuperação está a caminho.




No Japão, Sarkozy pediu normas internacionais claras sobre energia nuclear
O presidente francês Nicholas Sarkozy pediu regras internacionais de segurança nuclear mais claras, diante da atual crise na usina nuclear de Fukushima Daiichi, no Japão.

Em visita ao país, ele propôs que as autoridades em segurança nuclear dos países do G20 discutam o assunto em encontro em maio.

O nível de radiação detectado no mar perto da usina subiu abruptamente, e já estão mais de 4 mil vezes acima do limite estabelecido pelas autoridades japonesas.

Durante sua visita, o presidente francês disse que gostaria de ver normais internacionais de energia nuclear estabelecidas até o fim do ano, e que a França pediria aos delegados nucleares do G20 para preparar uma reunião especial da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) em junho.

Sarkozy - o primeiro líder estrangeiro a visitar o Japão desde o terremoto - disse que há urgência em estabelecer regras globais para o tema porque "o mundo é uma aldeia e o que acontece no Japão pode ter consequência em outros lugares".

A França tem o segundo maior número de usinas nucleares em funcionamento do mundo, que produzem 80% de sua eletricidade. O país prometeu oferecer sua tecnologia para ajudar o Japão no conserto da planta de Fukushima e no controle dos níveis de radiação.

Radiação
Segundo a agência Kyodo News, a Tokyo Electric Company (Tepco), que opera a usina Daiichi, os níveis de radiação na água encontrada no subsolo de um dos prédios do complexo estão 10 mil vezes maiores do que o recomendado pelas autoridades.

A empresa disse acreditar que o suprimento de água potável não sofreu contaminação.

Níveis de radiação ao redor da usina em Fukushima subiram abruptamente
O nível de radiação é bastante superior ao registrado na água do mar japonês, que atingiu esta quinta-feira o recorde de 4.385 vezes o limite legal.

A ONU recomendou ao Japão que considere a ideia de expandir para além de 20 km o perímetro de evacuação ao redor das usinas afetadas pelo terremoto seguido de tsunami no último dia 11.

O pedido ocorreu depois de a pequena cidade de Iitate, a 40 km da usina de Fukushima, ter apresentado altos índices de radiação, ainda que o governo diga que os níveis não apresentem perigo imediato para a saúde humana.

Mas a ampliação foi por enquanto rejeitada pelas autoridades japonesas, disse Yoshihiro Sugiyama, da agência nuclear do país. "No momento, não achamos que seja necessário evacuar residentes (dessas áreas). Acreditamos que eles podem ficar calmos."
Mortes
Até o momento, o número de mortos em consequência da tragédia no Japão chega a 11 mil. Cerca de 16 mil estão desaparecidos.

Também nesta quinta, a Kyodo informou que o medo da contaminação pela radiação impediu que as autoridades japonesas coletassem cerca de mil corpos de vítimas do terremoto e do tsunami em uma área dentro do perímetro de 20 km da usina de Fukushima.

Citando uma fonte policial, a agência disse que as autoridades estão estudando a melhor forma de resgatar e proteger os corpos, de forma a evitar que parentes se contaminem ao fazerem a identificação deles nos necrotérios.




A combinação acima mostra estrada de Naka, na província de Ibaraki. A primeira foto foi feita em 11 de março, logo após o terremoto. Já a segunda (à dir.) mostra a estrada já reconstruída.

O presidente do Banco do Japão, Masaaki Shirakawa, disse que a economia do país está em uma situação severa após o terremoto, sugerindo que o banco central pode fazer uma avaliação econômica pior na próxima revisão de política monetária.

O governo manteve a avaliação sobre a economia em relatório mensal divulgado na quarta-feira, mas estimou que os danos diretos do terremoto e do tsunami em cerca de US$ 310 bilhões, tornando-os o desastre natural mais caro da história.

Shirakawa não disse se o BC tomará mais medidas de estímulos na próxima reunião, em 6 e 7 de abril, mas sinalizou que os prejuízos à frágil economia serão severos.

"O BC compreende totalmente que a economia do Japão está em um estado severo. Nós esperamos cumprir nosso mandato com um senso de urgência", disse ele ao Parlamento nesta quinta-feira.

Na semana passada, o BC japonês afrouxou ainda mais a política monetária e sinalizou que está disposto a agir novamente depois de analisar dados sobre os danos do terremoto à ecomomia.

LINK DA MATÉRIA.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/03/24/japao-reconstroi-em-seis-dias-estrada-destruida-pelo-terremoto.jhtm




QUINTA FEIRA : 24 MARÇO 2011.

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24/03/2011 - 04h12
TRABALHADORES DE FUKUSHIMA SÃO HOSPITALIZADOS POR RADIAÇÃO EXCESSIVA.
Tóquio, 24 mar (EFE).- Dois operários da usina nuclear de Fukushima foram hospitalizados nesta quinta-feira por terem sido expostos à radiação excessiva enquanto trabalhavam para levar cabos elétricos ao reator número 3, informou a emissora de televisão "NHK".
Os dois funcionários, junto com um terceiro trabalhador que não precisou ser levado ao hospital, receberam radiação entre 170 e 180 milisievert, segundo a "NHK", que cita fontes da Agência de Segurança Nuclear do Japão.

Os feridos eram terceirizados da Tokyo Electric Power Company (Tepco), a empresa operadora da central, e trabalhavam para estender o cabo elétrico ao edifício de turbinas que se encontra em frente ao reator 3.

Os dois foram levados ao hospital da cidade de Fukushima, e de lá devem ser transferidos para um instituto especial de radioatividade na cidade de Chiba, no leste do Japão.

No reator 3, que na quarta-feira foi temporariamente evacuado depois que uma fumaça escura foi observada saindo da unidade, foi retomado hoje o lançamento de água para resfriar sua piscina de combustível.

Em seis horas, as equipes militares e de bombeiros injetaram entre quatro e cinco toneladas de água na piscina, segundo a Agência de Segurança Nuclear.

O reator 3, que desde a terça-feira voltou a ter luz na sala de controle, é o único dos seis da central que usa como combustível uma mistura de urânio e plutônio (MOX).

Os operários da Tepco também lutam para controlar a situação nos reatores 1, 2 e 4, embora este último estivesse em manutenção no momento do terremoto do dia 11.

Nível de radiação a que estamos expostos e seus efeitos





LINK PARA PÁGINA INICIAL :

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/03/24/trabalhadores-de-fukushima-sao-hospitalizados-por-radiacao-excessiva.jhtm


QUARTA FEIRA : 23 MARÇO 2011.

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NÚMERO DE MORTOS PASSA DE 9400 .

Do UOL Notícias* 23/03/2011 - 03h28
Em São Paulo
O número de mortos pelo terremoto e o posterior tsunami do dia 11 no Japão foi atualizado para 9.408 e o de desaparecidos, para 14.716, segundo o último boletim da polícia japonesa.







A cadelinha Luna é amarrada em uma árvore perto de sua casa improvisada em centro para desabrigados na cidade de Fukushima. O terremoto e o tsunami que atingiram o Japão também criaram problemas para os animais de estimação japoneses. Muitos ficaram sem donos ou desabrigados




Flores são depositadas sobre caixão de vítima de tsunami no Japão. Segundo reportagem do "New York Times" desta quinta-feira (24), "esse foi o mais grosseiro dos funerais para uma família que já vinha tendo que arcar com uma tristeza insuportável. [...] No Japão, não é normal enterrar os mortos, e muito menos colocar dezenas de corpos lado a lado em uma vala comum. A cremação é ao mesmo tempo uma cerimônia quase universal e um ritual importante que faz parte de uma elaborada tradição funerária profundamente enraizada no budismo. [...] Mas, ao longo da costa nordeste do Japão, a tradição colidiu neste mês com uma realidade matemática. O número de mortos e desaparecidos devido ao tsunami de 11 de março já chegou a mais de 22 mil indivíduos, e nas pequenas aldeias e vilas rurais onde houve o maior número de mortes, existe uma quantidade excessiva de corpos a serem cremados"






Bildunterschrift: Fernsehbilder zeigen den Verwüstungsweg der Flutwelle
Hochhäuser in Tokio wankten

Auch die Hauptstadt Tokio war von dem Beben betroffen: Nach Angaben der Nachrichtenagentur Jiji wurden zahlreiche Brände gemeldet. Laut Feuerwehr stürzten Dächer ein, dabei wurden mehrere Menschen verletzt. Viele Hochhäuser kamen ins Wanken.

Der Flughafen der Hauptstadt, Narita, wurde gesperrt und die U-Bahn sowie die Nahverkehrszüge ausgesetzt. "Es bebt die ganze Zeit", sagte der Leiter des Goethe-Instituts in Tokio, Raimund Wördemann, der Nachrichtenagentur dpa. Auch in anderen Teilen des Landes musste der Flug- und Zugverkehr eingestellt werden. Alle Häfen wurden geschlossen.

Immer wieder Nachbeben




Das Epizentrum lag östlich der Hafenstadt Sendai


Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Das Epizentrum lag östlich der Hafenstadt SendaiDas Erdbeben ereignete sich gegen 14.45 Uhr Ortszeit (06.45 Uhr MEZ) und hatte nach Angaben des US-Erdbebenzentrums eine Stärke von 8,8. Das Epizentrum des Erdbebens lag 130 Kilometer östlich der Stadt Sendai und knapp 400 Kilometer nordöstlich von Tokio.

Fast zwei Stunden später gab es nach Angaben des Senders NHK im Norden Japans ein starkes Nachbeben. Auch aus Tokio wurden Erdbewegungen gemeldet.

Börsenkurse fallen

Das Beben hatte auch Auswirkungen auf die Tokioter Aktienbörse. Der Betrieb der Börse ging zwar zunächst weiter, aber die Anleger versuchten, ihr Risiko zu reduzieren und investierten umgehend in als sicher geltende Staatsanleihen, während die Landeswährung nachgab. Der Nikkei-Index fiel um 1,7 Prozent auf 10.254 Punkte.

Westerwelle sichert Hilfe zu

Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Schiffe wurden aufs Land gespültAußenminister Guido Westerwelle hat Japan sofortige Unterstützung zugesichert. "Wenn Hilfe erforderlich sein sollte, werden wir Deutschen natürlich unserem Partnerland Japan zu Hilfe kommen", sagte er im ZDF. Obwohl das asiatische Land auf Erdbebenkatastrophen gut eingestellt sei, sei ein so schweres Beben auch für Japan ein "Schicksalsschlag".





Schiffe wurden aufs Land gespült


Nach einer Krisensitzung der Regierung in Tokio rief Ministerpräsident Naoto Kan die Menschen zur Ruhe auf. Zudem ordnete er an, dass das Militär die größtmöglichen Anstrengungen unternimmt, um auf das Beben zu reagieren.

Tsunami-Warnung für die Pazifik-Region

Unterdessen hat das Pazifische Tsunami-Warnzentrum in Hawaii seine Warnungen auf praktisch alle Küstengebiete am Pazifik ausgedehnt. Dies gelte auch für Australien und Südamerika.

Japan liegt im sogenannten "Feuerring", einer Weltgegend mit zahlreichen Vulkanen, in der sich 90 Prozent aller weltweiten Erdbeben ereignen.

Autoren: Dirk Eckert/Marion Linnenbrink (afp, dapd, dpa, rtr)

Redaktion: Rainer Esser


LINK : http://www.dw-world.de/dw/article/0,,14904352,00.html








Diversas pessoas ficaram feridas na queda do telhado de um edifício no centro de Tóquio onde 600 estudantes participavam de uma cerimônia de entrega de diplomas, de acordo com os bombeiros.

O serviço de trem-bala para a região norte do país foi suspenso e as atividades do aeroporto Narita, em Tóquio, estão interrompidas. Outras fontes dizem que o serviço de trens e aviões não está funcionando “em grande parte do país” e cinco usinas nucleares foram fechadas por precaução.

Outras imagens mostram o nível da água subindo rapidamente na cidade costeira de Miyako, na prefeitura de Iwate. Dezenas de carros estavam boiando nas águas do porto e vários barcos estão à deriva. O parque de diversões Disney de Tóquio também ficou inundado por causa do tsunami.







O epicentro do terremoto foi registrado a 400 km de Tóquio, a uma profundidade de 32 km. Os primeiros tremores foram identificados às 14h46 (2h46, horário de Brasília).

Tremores

A região onde se encontra o Japão foi atingida por outros terremotos durante a semana. Na quarta-feira, a costa norte do país foi atingida por um terremoto de 7,3 pontos localizado no Oceano Pacífico, que não deixou danos. Um dia depois, várias réplicas, a maior delas com magnitude de 6,8 pontos na escala Richter, voltaram a sacudir a costa nordeste do Japão.

Terremotos são comuns no Japão, o país que registra maior atividade sísmica do mundo. O país contabiliza cerca de 20% dos terremotos do mundo com magnitude acima de 6 pontos na escala Richter.

*Com agências internacionais



Contêineres ficam espalhados em complexo industrial no Japão

Trata-se da apuração oficial, sem registrar os corpos encontrados pelos militares em Rikuzentakata No entanto, a imprensa japonesa, como a agência "Kyodo", estima que o número final de vítimas superará os 1,6 mil.

Segundo a "Kyodo", cerca de 300 mil pessoas foram evacuadas em cinco províncias do nordeste do Japão, entre elas mais de 46 mil próximas a uma usina nuclear em Fukushima (norte de Tóquio), onde neste sábado aconteceu uma explosão que feriu quatro pessoas.


O porta-voz do Executivo, Yukio Edano, estimou durante uma reunião do comitê de emergência em Tóquio que "pensamos que mais de mil pessoas perderam as vidas" por causa do terremoto, o maior que se tem conhecimento no país.

O primeiro-ministro, Naoto Kan, informou que 50 mil militares se dedicarão aos trabalhos de resgate nas províncias afetadas do nordeste do Japão.






Um total de 190 aviões e 25 navios já foram deslocados para as tarefas de busca, nas quais os EUA colaborarão com seus navios para o transporte de soldados das Forças de Autodefesa (Exército japonês).

Há, pelo menos, 3,4 mil edifícios destruídos no Japão pelo terremoto, que além disso causou, aproximadamente, 200 incêndios.







Na província oriental de Iwate, algumas cidades foram praticamente varridas do mapa pelo tsunami provocado pelo terremoto, com ondas de até dez metros de altura








Capacidade de mobilização dos japoneses pavimentará os esforços de reconstrução (Fukushima Minpo/AFP)

Poucos países do globo enfrentaram tantos desastres quanto o Japão. Mais de vinte terremotos, uma grande guerra e duas bombas atômicas em menos de cem anos não conseguiram tirar o país do mapa das potências mundiais. E, ao que tudo indica, o terremoto e o tsunami que atingiram o arquipélago nesta sexta-feira também não conseguirão. Com um Produto Interno Bruto (PIB) de cinco trilhões de dólares – uma geração de riqueza surpreendente para um país com singelos 377 mil quilômetros quadrados de extensão, um pouco maior que o estado de São Paulo –, uma poupança interna de 5% do PIB e reservas internacionais que atingem 1 trilhão de dólares, é difícil imaginar que a nação japonesa não consiga, no médio prazo, se reerguer. Economistas especializados em Ásia e investidores já traçaram cenários para a recuperação e as perspectivas não são pessimistas.

Segundo o banco suíço UBS, o impacto financeiro dessa tragédia pode chegar a 30 bilhões de dólares. Desse total, uma parte significativa das perdas está na infraestrutura das áreas atingidas, como estradas, pontes, portos e aeroportos – que deverão ser completamente reconstruídos pelo estado japonês. Outra parcela, que se refere às perdas do setor privado, deverá ser financiada pelos prêmios pagos pelas seguradoras. As ações das principais empresas desse setor, como Swiss RE e Munich RE, chegaram a cair até 5% na tarde de sexta feira, devido aos valores que elas terão de desembolsar para a reconstrução.

A grande questão que coloca o Japão em atenção é como o governo japonês financiará a parte que lhe cabe desta tragédia, quando ele tem justamente a maior dívida pública entre todos os países do globo – o equivalente a cerca de 200% do PIB. E a resposta, segundo analistas ouvidos pelo site de VEJA, é que as alternativas são inúmeras. E todas, necessariamente, convergem para um denominador comum: a população japonesa.

Aumento da dívida pública – Ao contrário do que acontece nos Estados Unidos, cuja poupança privada – ou seja, o dinheiro investido por pessoas e empresas – está extremamente vinculada ao mercado especulativo e ao ativos de renda variável (como ações), o Japão é notório por seu conservadorismo. Grande parte dos investimentos dos japoneses são em títulos da própria dívida do governo, chamados de Japan Government Bonds (JGB). Para se ter uma ideia, enquanto os maiores investidores dos títulos do governo americano são os chineses, no caso do Japão, cerca de 95% dos títulos estão nas mãos de investidores do próprio país. Isso faz com que a população seja a grande financiadora da dívida japonesa.

Ou seja, caso o país emita novos títulos para captar recursos para a reconstrução, tais papeis deverão ser absorvidos pelos próprios japoneses. “Isso significa que a exposição do governo a credores internacionais é muito limitada, o que faz com que o mercado para títulos da dívida não seja susceptível ao apetite por risco dos investidores internacionais”, explica um relatório da Economist Intelligence Unit. Desta forma, além de ‘nacionalizados’, os títulos também são estáveis e avessos à especulação – mesmo porque, sua rentabilidade (de 1,5% ao ano) é baixa se comparada aos títulos do governo americano (que rendem cerca de 3,5%), e irrisória ante aos do Brasil, cujos retornos podem chegar a 12% ao ano.

Pela lógica, um aumento da dívida não seria bem visto pelo mercado, levando em consideração que isso pioraria ainda mais a situação fiscal do Japão. No entanto, nem mesmo diante dessa perspectiva, as agências de classificação de risco reduziram o rating do país. Um sinal de que o mercado não só acredita na capacidade da economia japonesa de se reerguer, como também de honrar os compromissos de sua dívida. “Um país com um governo tão rico deverá conseguir cobrir um desastre natural como esse”, afirmou ao site de VEJA o analista Thomas Byrne, da agência de rating Moody’s. Segundo Byrne, mesmo ainda não havendo uma avaliação concreta dos estragos, a entidade acredita que os gastos para a reconstrução serão temporários e não deverão afetar o perfil de risco do país no médio prazo.

Captações no exterior – Ao manter a mesma classificação de risco de crédito (de Aa2), o Japão não deverá ter dificuldades em obter empréstimos no mercado internacional para financiar a infraestrutura afetada. No entanto, tal ato contraria completamente a política anti-endividamento externo adotada pelo governo japonês ao longo das décadas. O mais provável, segundo analistas, é que o país venda alguns dos milhares de títulos do tesouro americano que possui para se capitalizar. Vale lembrar que, depois da China, o Japão é o maior financiador da dívida americana.

Investimento e crescimento – Com base nos efeitos do terremoto que ocorreu em 1995 na cidade japonesa de Kobe, os economistas do banco Nomura esperam que a economia japonesa cresça de maneira mais acelerada após os eventos da madrugada de sexta-feira. Segundo o analista do banco, Peter Westaway, no trimestre correspondente ao desastre dos anos 1990, o PIB japonês avançou 0,8%, recuperando-se de uma retração de 0,7% ocorrida no trimestre anterior. A expansão dos gastos públicos, na avaliação de Westaway, foi o principal motor para a aceleração da economia nos trimestres que se sucederam – fazendo com que o crescimento do PIB japonês fosse de 0,9% ao final daquele ano.

A importância da sociedade – Não há garantias que os acontecimentos do passado se repitam agora, mas, diante da capacidade da população japonesa de ressurgir após tragédias, restam poucas dúvidas que a recuperação não ocorra. Primeiro, porque a região afetada pelo desastre, sobretudo a província de Sendai, não é o principal motor produtivo do Japão e não deverá representar um impacto significativo no PIB japonês, de acordo com analistas.

Em segundo lugar, a capacidade de mobilização presente na cultura japonesa (e Oriental como um todo) tem papel essencial na retomada. De acordo com o filósofo Takeshi Umehara, um dos mais eminentes pensadores contemporâneos do país, há um forte sentimento de responsabilidade do indivíduo em relação à sociedade – e não o contrário. “O individualismo é um valor absoluto no Ocidente, que faz com que se esqueça a responsabilidade que temos em relação aos outros, à sociedade e ao sistema”, escreveu o filósofo em um artigo publicado pela revista Japan Focus, especializada em sociologia e cultura.

Tal componente cultural está diretamente ligado ao fato de os japoneses investirem seus recursos em títulos de pouca remuneração, mas cientes de que isso ajudará a economia nacional. “Eles vão aplicar muitos recursos no país, mesmo sabendo que vão receber pouco retorno por isso. Faz parte do que eles são. Eles pensam no futuro do Japão. De todo o Japão”, afirma o economista e ex-diretor do Banco Central do Brasil, Paulo Yokota, que tem nacionalidade japonesa e trabalhou por muitos anos no país asiático. Segundo Yokota, há uma memória coletiva presente na cultura japonesa que – ao que parece – não se deixa abalar por desastres. Afinal, trata-se de uma sociedade milenar que se desenvolveu em solo pobre e escasso, e que mesmo assim se transformou em potência mundial. Desta forma, Yokota aposta, otimista, e com a parcialidade que lhe cabe. “Quem pensa que eles ficarão chorando o desastre está enganado. Eles irão arregaçar as mangas e construir tudo de novo”.





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Doze dias depois do terremoto de magnitude 9 no litoral nordeste do Japão, o pior desastre natural no país após a Segunda Guerra Mundial, a previsão é que o número de vítimas chegue a 19 mil, enquanto se tenta reconstruir as estruturas danificados para atender aos desabrigados.

Do total de mortos, 4.080 foram identificados e 2.990 já foram entregues às suas famílias.

Cerca de 320 mil pessoas foram evacuadas de suas casas a 2.100 abrigos temporários em 16 províncias, segundo a última apuração da agência local "Kyodo".

Entre eles se encontram os 200 mil evacuados nos arredores da usina nuclear de Fukushima, onde técnicos e militares lutam dia e noite para diminuir a temperatura de seus reatores para evitar vazamento radioativo.

Segundo os números oficiais, em Miyagi houve 5.364 mortos, além de 2.773 em Iwate e 735 em Fukushima, enquanto os desaparecidos são contados aos milhares nessas três províncias, as mais devastadas.

Mais de 600 réplicas já sacudiram o território do Japão depois do terremoto.

LINK :
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/03/23/numero-de-mortos-no-japao-por-terremoto-e-tsunami-passa-de-9400.jhtm




TERÇA FEIRA : 22 MARÇO 2011.

PORTAL UOL - FÔLHA DE SÃO PAULO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS.

21/03/2011 - 22h54
FUMAÇA COBRE REATORES 2 e 3 EM FUKUSHIMA.

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Colunas de fumaça branca subiam na manhã desta terça-feira (noite de segunda no Brasil) dos reatores 2 e 3 da central de Fukushima Daiichi, epicentro da crise nuclear provocada pelo tsunami que atingiu o nordeste do Japão há 11 dias, informou a agência de notícias Kyodo.

Os trabalhos de reparo no sistema de refrigeração dos reatores foram interrompidos, do mesmo modo que a operação para esfriar o sistema com a ajuda de canhões d'água, revelou a Kyodo.

O reator 3 é o mais danificado, após a explosão que destruiu o teto do prédio na semana passada devido ao acúmulo de hidrogênio.

É também o reator, dos seis existentes na central, que mais preocupa as autoridades, já que em seu interior há combustível MOX, uma mescla de óxidos de plutônio e urânio.

Fukushima Daiichi foi atingida por um tsunami de 14 metros que interrompeu o fornecimento de energia e provocou o colapso na refrigeração dos reatores, após a paralisação das bombas d'água. O sistema de emergência, que utiliza geradores a diesel, também caiu.

CONTAMINAÇÃO NA ÁGUA DO MAR

A Tepco, companhia operadora da usina nuclear de Fukushima, informou nesta segunda-feira que foram encontrados níveis mais altos do que o normal de elementos radioativos na água do mar de regiões próximas à usina japonesa.

Porta-vozes da empresa indicaram durante a madrugada ter detectado uma amostra de que os níveis de iodo 131 são 126,7 vezes superiores ao limite estabelecido, enquanto os de césio 134 estão 24,8 vezes mais elevados e os de césio 137 se multiplicam por 16,5 vezes.

Apesar de tudo, a companhia indicou que tais níveis não representam risco para a saúde humana, mas no entanto acrescentou que fará uma investigação sobre os frutos do mar desta região e seu consumo humano.

Acredita-se que o aumento pode estar relacionado com a chuva que caiu ao longo do dia na região e as operações de jogar água sobre os reatores danificados da usina nuclear de Fukushima.

OMS ALERTA SOBRE ALIMENTOS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta segunda-feira que a contaminação por radiação nos alimentos no Japão é mais séria do que anteriormente imaginado.

O governo japonês já identificou níveis maiores de radiação do que o normal em espinafre e leite na região próxima à usina nuclear de Fukushima Daiichi, que sofre vazamento após danos causados pelo terremoto do último dia 11.

Há preocupação crescente de que partículas radioativas já liberadas na atmosfera tenham contaminado fontes de alimento e água.

"Está claro que a situação é séria", disse Peter Cordingley, porta-voz do escritório regional do Pacífico Oriental da OMS sediado em Manila, à Reuters em uma entrevista por telefone.

"É muito mais sério do que qualquer um pensava nos primeiros dias, quando achávamos que este tipo de problema pode estar limitado a 20 ou 30 quilômetros [...] é seguro supor que uma parcela de produtos contaminados tenha saído da zona de contaminação."

Ele disse entretanto não haver evidência de que alimentos contaminados oriundos de Fukushima tenham chegado a outros países.

O governo japonês ordenou nesta segunda-feira a suspensão da venda de leite e espinafre em quatro prefeituras próximas à usina nuclear. Segundo o secretário de Gabinete japonês, Yukio Edano, a medida é válida para as prefeituras de Fukushima, Ibaraki, Tochigi e Gunma.

O governo japonês já alertara no fim de semana que havia encontrado níveis acima do normal de radiação por iodo em leite e espinafre a até 120 km da usina, mas garantiu que os alimentos não chegaram ao mercado.

O Ministério de Saúde do Japão já havia pedido aos moradores próximos da usina nuclear que não bebessem água de torneira, contaminada com altos níveis de iodo radioativo.

Não há ainda relatos de comida contaminada na capital Tóquio, com cerca de 13 milhões de moradores. Autoridades municipais, contudo, identificaram níveis acima do normal de iodo radioativo em um crisântemo.


LINK PARA NOTÍCIA.

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/892093-fumaca-cobre-reatores-2-e-3-em-fukushima-operacao-e-interrompida.shtml

DOMINGO : 20 MARÇO 2011.

PORTAL UOL - FÔLHA DE SÃO PAULO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS.

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http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/03/20/tsunami-no-japao-pode-ter-matado-15-mil-so-na-regiao-mais-atingida-diz-policia.jhtm

20/03/2011 - 13h33

TSUNAMI NO JAPÃO PODE TER MATADO 15 MIL SÓ NA REGIÃO MAIS ATINGIDA,
DIZ POLÍCIA.

A polícia na região japonesa de Miyagi, a mais atingida pelo terremoto e o tsunami do último dia 11, estimou neste domingo que até 15 mil pessoas possam ter morrido só na sua jurisdição.

Os números não incluem as fatalidades que também estão sendo contabilizadas nas áreas atingidas ao norte e ao sul, razão pela qual já se fala em 20 mil mortos na maior tragédia a atingir o Japão desde a Segunda Guerra Mundial.

Por ora, as estatísticas oficiais não param de subir. O número confirmado de mortos já se aproxima de 8,5 mil e o de desaparecidos, de 13 mil. Cerca de 360 mil pessoas abandonaram suas casas e 26 mil foram resgatadas.

As autoridades deram início à construção de casas temporárias para atender a parte das centenas de milhares de pessoas – incluindo 100 mil crianças – atualmente abrigadas nos centros de emergência montados pelo governo.

Os sobreviventes estão enfrentando temperaturas abaixo de zero e carência de água, eletricidade, combustível e até alimentos.

Para fazer uma ligação gratuita de um minuto para familiares, eles têm de enfrentar horas na fila, porque a rede de telefonia móvel entrou em colapso.

Esforços
Na usina nuclear de Fukushima, danificada pela tragédia, os técnicos continuaram a lançar jatos de água nos reatores que contêm os bastões de combustível nuclear para evitar um perigoso derretimento.

Os engenheiros reconectaram linhas de energia aos reatores 1 e 2, mas ainda não está claro quando a energia poderá ser religada.

Ao restaurar a energia, as autoridades pretendem retomar o processo de injeção de água para resfriar as estruturas.

Entretanto, a agência Internacional de Energia Atômica da ONU (AIEA) advertiu que, mesmo com o restabelecimento do fornecimento de energia para os dois reatores, é possível que as bombas de água que resfriam os reservatórios de combustível tenham sido permanentemente danificadas.

Alguns especialistas crêem que a operação de usar caminhões-pipa para lançar água pode ter de continuar por vários meses.

Após ter sido reconectados à energia no sábado, os reatores 5 e 6 da usina foram resfriados, informou a agência de notícias Kyodo News.

As informações são de que os esforços continuam para resfriar os reatores 3 e 4 da usina.

Radiação
No sábado, o governo japonês informou que foram detectados níveis de iodo radioativo mais altos do que o permitido pela legislação japonesa na água encanada de uma cidade na província de Fukushima.

Em outras cidades da região, encontrou-se níveis altos de iodo radioativo também no leite e em alguns vegetais, aumentando a preocupação do governo com a contaminação, segundo a Kyodo News.

De acordo com a AIEA, o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar do Japão proibiu a venda dos produtos e está realizando mais testes.

O porta-voz do governo japonês, Yukio Edano, disse que o governo decidirá na segunda-feira se restringe o consumo e o envio de alimentos provenientes de Fukushima e regiões vizinhas.

As autoridades japonesas elevaram de 4 para 5 o grau de seriedade do acidente nuclear, em uma escala internacional que vai de 1 a 7.

A crise, até então considerada local, está sendo considerada como um problema de consequências potencialmente abrangentes.



PORTAL :VEJA ONLINE.

Saúde
Radiação é encontrada em alimentos perto de usina japonesa
Governo encontra níveis de radiação acima do limite legal no espinafre e no leite.
(Com agências EFE, Reuters, e France-Presse)

PORTAL EXAME.

O Japão após o Tsunami: isca para golpes na internet


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http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/terremotonojapao.

RESGATE APÓS 8 DIAS.

Homem é resgatado com vida oito dias após terremoto no Japão
O jovem foi encontrado na cidade de Kesennuma, prefeitura de Miyagi, uma das regiões mais afetadas.
Tóquio - Um sobrevivente do terremoto seguido de tsunami que devastou o Japão foi retirado dos escombros no sábado (horário local), oito dias depois do desastre natural, informou a TV NHK citando o Exército.






Pessoas se amontoam para comprar alimentos em Sendai, uma das cidades mais devastadas pelo Tsunami. Há temores de que a radiação afete a qualidade da comida no Japão (Toru Yamanaka / AFP)

O governo japonês informou neste sábado que foram detectados níveis de radiação acima do limite legal no leite e no espinafre produzidos em áreas próximas à usina nuclear danificada, em Fukushima. É o primeiro registro de que radioatividade liberada pela usina alcançou o ambiente próximo.

O Ministério da Ciência japonês, que está monitorando os níveis de radiação no país, informou ter encontrado radiação acima do normal na água, mas ainda abaixo do limite legal. Vestígios de iodo radioativo foram detectados na água corrente de diversas cidades - Gunma, Tochigi, Saitama, Chiba e Niigata - e até na capital Tóquio.

Segundo um funcionário do governo, as doses encontradas não representam nenhum risco imediato à saúde humana. Já a Agência Internacional de Energia Atômica da Organização das Nações Unidas (AIEA) emitiu uma declaração mais sombria: "Apesar do iodo radioativo ter uma curta vida - cerca de oito dias -, há risco à saúde se o iodo no alimento é absorvido pelo corpo humano".

Histórico – O terremoto e tsunami que atingiram o país há oito dias mergulharam o Japão na pior crise nuclear desde a tragédia de Chernonyl, na Ucrânia, em 1986. O tremor de terra danificou os sistemas de refrigeração dos reatores da central de Fukushima I que, desde então sofreram diversas explosões e incêndios, com consequente escape de radioatividade.




São Paulo — O golpe foi reportado pelo PandaLabs, laboratório da Panda Security. Segundo a empresa, os golpistas enviam uma mensagem aos usuários prometendo mostrar um vídeo das cidades japonesas após o terremoto e o tsunami que aconteceram no último dia 11 de março.

Quando a vítima clica no link inserido na mensagem, um programa nocivo é baixado e instalado no computador. O malware substitui um arquivo de configuração do sistema operacional de modo a alterar o encaminhamento das conexões da internet.

Quando o usuário tenta navegar para um site de banco ou de webmail, ele é redirecionado a uma página falsa criada pelos golpistas. Nela, podem ser coletados dados pessoais como senhas e números de conta bancária. Entre os sites falsificados estão os dos bancos Bradesco, Itaú e Santander, por exemplo.

A principal defesa contra esse tipo de golpe é evitar clicar em links inseridos em mensagens, além de certificar-se de estar no site certo antes de digitar qualquer dado pessoal.



Tsunami invade a cidade de Miyako

SÁBADO : 19 MARÇO 2011.

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http://www1.folha.uol.com.br/mundo/891026-bombeiros-voltam-a-lancar-agua-no-reator-3-da-usina-de-fukushima.shtml

ENTENDA O ACIDENTE NUCLEAR NO JAPÃO.

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Desastre no Japão
A capacidade japonesa de superar suas tragédias
Se existe um país que sabe fazer da crise uma oportunidade, este é o Japão.

Por Claudio Carneiro - 17/03/2011 |




Todos esperamos que seja a última, mas esta não foi a primeira tragédia japonesa. Tampouco é a estreia do país em catástrofes nucleares. A terra ainda não parou de tremer, não se contaram os mortos, a radiação faz sua viagem silenciosa e ameaçadora pelas ruas ainda sujas das cidades.





No curto prazo ainda virão uma grave recessão econômica, frio e mortes. Se o dia 11 de março de 2011 mudou a história daquele país, que ninguém se surpreenda que vem por aí mais um capítulo de superação. Se existe um país que sabe fazer da crise uma oportunidade, este é o Japão.





Ali – desde os tempos dos samurais aos atuais deslizes de conduta – se morre de vergonha, literalmente. Princípios como a honra, respeito ao próximo, hierarquia e tradição são passados de geração a geração até os pequeninos que hoje assistimos de nossos sofás, com seus olhos assustados. Vimos nos jornais e na TV os diretores da Tokyo Eletric Power Company – concessionária de energia elétrica – se curvarem em sinal de desculpas pelo acidente no complexo nuclear de Fukushima. Impensável tal gesto – pelo motivo que fosse – repetido por nossos gananciosos empresários e corruptos políticos.





Seria desnecessário discorrer sobre os códigos de honra que determinaram a vida e morte de samurais – por harakiri – ou kamikazes durante a Segunda Guerra Mundial. Mas são dois exemplos de que este é um povo que conhece suas leis. Respeitam-se as diferentes religiões – Budismo e Xintoísmo – dominantes. Alguns praticam as duas ao mesmo tempo – num sincretismo que conhecemos bem por aqui.





Foi a devastação nuclear em Nagasaki e Hiroshima, em agosto de 1945, que determinou a rendição incondicional do imperador Hirohito. Três meses depois, o governo japonês criou um plano para reconstruir 119 cidades destruídas pela guerra. Menos de duas décadas depois, o país já despontava como uma das potências econômicas mundiais e depois atingiu o posto de segunda maior economia do planeta – posto que perdeu em 2010 para a China. Nagasaki e Hiroshima são modernas e em nada lembram a catástrofe – a não ser em museus e memoriais.







Também de nossas poltronas assistimos, em 95, ao terremoto que devastou a cidade de Kobe matando 6.434 pessoas. Dizem os especialistas que ocorrem tremores quase que diários no Japão. A terceira maior metrópole do país já foi toda reconstruída mas – aqui vai um conselho – não relembre o terremoto ali. O acidente ainda é recente e todos perderam pelo menos um ente querido no episódio.





Professor de Economia da UFF e consultor associado ao Instituto Millenium, Claudio Consídera acredita que, após o natural período recessivo, virá um novo tempo: “Num segundo momento, em dois trimestres, pelo menos, inicia-se um período de reconstrução que fará com que o PIB japonês tenha altas taxas de crescimento, por pelo menos quatro anos”, avalia. Por diversos motivos, ele não acredita em uma reedição de imigração japonesa para o Brasil. “Atualmente há várias restrições – inclusive diplomáticas – a isso”, conclui.

VIDEOS.

BBC - YOU TUBE

http://www.bbc.co.uk/news/world-asia-pacific-12769741



SEXTA FEIRA - 18 MARÇO 2011 :

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http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/03/18/japao-corre-contra-o-relogio-para-resfriar-reatores-radiacao-cai.jhtm

TRABALHADORES DAS USINAS NUCLEARES E FAMILIARES.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/03/17/meu-pai-aceita-seu-destino-como-uma-pena-de-morte-diz-filha-de-trabalhador-da-usina-de-fukushima.jhtmhttp://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/03/17/numero-de-mortos-em-catastrofe-no-japao-chega-a-5178-8606-estao-desaparecidos.jhtm

17/03/2011 - 00h02

MORTOS CHEGA A 5.178.
8.606 ESTÃO DESAPARECIDOS.

Tóquio, 17 mar (EFE).- As autoridades do Japão elevaram para 5.178 o número de mortos e para 8.606 o de desaparecidos em consequência do terremoto e do posterior tsunami do dia 11 no nordeste do país, segundo o último boletim oficial divulgado nesta quinta-feira pela Polícia.

No entanto, acredita-se que o número final de vítimas ainda pode aumentar em alguns municípios das províncias mais afetadas, como Iwate, Miyagi e Fukushima, onde milhares de pessoas seguem desaparecidas.

Mais de 100 mil militares e reservistas japoneses, ajudados por voluntários estrangeiros especialistas em salvamento, vasculham a zona devastada na busca por sobreviventes soterrados sob os escombros ou arrastados mar adentro pela onda gigante de dez metros de altura.

As equipes de resgate lutam contra o intenso frio no norte da ilha de Honshu e a enorme destruição provocada pelo terremoto.

Até o momento 26 mil pessoas foram recuperadas, segundo dados do Governo.

Quase 80 mil edifícios e casas foram destruídos e mais de meio milhão de evacuados vivem em cerca de 2.500 abrigos temporários, muitos dos quais não têm água potável e eletricidade.

A magnitude da tragédia levou o imperador Akihito a dirigir-se pela televisão à população pela primeira vez em seus 22 anos de reinado para pedir calma e orações pelos sobreviventes.

2 ) Operação com helicópteros não reduz radioatividade em Fukushima






18/03/2011 - 03h24
VÍTIMAS CHEGAM A 6.539 : CATASTROFE JÁ SUPERA TERREMOTO DE KOBE EM
NÚMERO DE MORTOS. SEGUEM 10.000 DESAPARECIDOS.

Do UOL Notícias*
O terremoto seguido por tsunami que devastou o nordeste do Japão há uma semana deixou 6.539 mortos confirmados e mais de 10 mil desaparecidos, anunciou a polícia nesta sexta-feira, segundo a AFP. Com isso, a catástrofe que atingiu o país há uma semana supera o número de vítimas no terremoto de Kobe, de 1995, que deixou 6.434 vítimas.

Teme-se que o número final de vítimas aumente ainda em alguns municípios das províncias mais afetadas, como Iwate, Miyagi e Fukushima.

Entenda o acidente nuclear no Japão

Mais de 100 mil militares e reservistas japoneses, auxiliados por voluntários estrangeiros especializados em resgate, trabalham na zona devastada em busca de sobreviventes que ainda possam estar sob os escombros ou talvez arrastados mar adentro pelo tsunami de dez metros de altura.

As equipes de resgate lutam contra o intenso frio ao norte da ilha de Honshu e têm dificuldades para vasculhar os escombros causados pela enorme destruição do terremoto.

Por enquanto, cerca de 26 mil pessoas foram resgatadas vivas, segundo o governo japonês.

Quase 80 mil edifícios e casas foram destruídos e mais de 500 mil de pessoas que deixaram suas casas vivem em acerca de 2,5 mil abrigos temporários, muitos dos quais não têm água potável ou eletricidade.

A magnitude da tragédia levou o imperador Akihito a fazer um discurso televisionado na quarta-feira pela primeira vez em seus 22 anos de reinado, pedindo calma e solidariedade.




QUINTA FEIRA - 17 MARÇO 2011 :

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Mais de 100 mil militares e reservistas japoneses, auxiliados por voluntários estrangeiros especializados em resgate, trabalham na zona devastada em busca de sobreviventes que ainda possam estar sob os escombros ou talvez arrastados mar adentro pelo tsunami de dez metros de altura.

As equipes de resgate lutam contra o intenso frio ao norte da ilha de Honshu e têm dificuldades para vasculhar os escombros causados pela enorme destruição do terremoto.

Por enquanto, cerca de 26 mil pessoas foram resgatadas vivas, segundo o governo japonês.

Quase 80 mil edifícios e casas foram destruídos e mais de 500 mil de pessoas que deixaram suas casas vivem em acerca de 2,5 mil abrigos temporários, muitos dos quais não têm água potável ou eletricidade.

A magnitude da tragédia levou o imperador Akihito a fazer um discurso televisionado na quarta-feira pela primeira vez em seus 22 anos de reinado, pedindo calma e solidariedade.

19/03/2011 - 08h34
Projeto original de Fukushima esconde uma bomba-relógio dupla

SABINE RIGHETTI - DE SÃO PAULO
CLAUDIO ANGELO - DE BRASÍLIA

Uma opção de projeto da usina nuclear Fukushima 1 transformou o local em uma bomba-relógio dupla e acendeu um sinal amarelo sobre usinas nucleares: a estocagem do combustível usado no mesmo prédio do reator.

Além de três reatores que estão com núcleo esquentando, a piscina que guarda o chamado combustível gasto do reator 4 está secando.

E o combustível gasto dos reatores 5 e 6 está mais de duas vezes mais quente.

Isso pode gerar uma explosão com efeitos trágicos, já que esse material --uma mistura de urânio, plutônio e outros elementos letais-- é 1 milhão de vezes mais radioativo do que o combustível novo.

Depois de queimadas no núcleo do reator, as varetas que abrigam esse material ficam em água, tanto para resfriar o combustível quanto para "blindar" a radiação.

"Mas a água está quente e evaporando, e o ar está começando a entrar em contato com os combustíveis estocados. Isso pode dar uma ignição", explica Luís Antônio Albiac Terremoto, do Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares).

"Certamente a piscina não está íntegra, porque está vazando água", diz Leonam Guimarães, da Eletronuclear.

Para piorar a situação, o reator 4 estava em manutenção quando aconteceu o terremoto de 11 de março.

A presença do combustível em uso, menos radioativo mas muito mais quente que o combustível gasto, provavelmente causou a elevação na temperatura da água.
E a radioatividade desse combustível gasto torna virtualmente impossível que os trabalhadores se aproximem da unidade 4 para reparos.

"Essas varetas não estão num prédio de contenção, estão nadando numa piscina", diz o geoquímico Rodney Ewing, da Universidade de Michigan (EUA), especialista em rejeitos nucleares.

Várias usinas atômicas no mundo adotam o mesmo projeto de Fukushima, de armazenar o combustível gasto no mesmo prédio do reator. Angra 2 e Angra 3 estão entre elas. Em Angra 1, a estocagem fica anexa ao prédio.

"Mas a questão é por que nós mantemos esse material em piscinas", diz Ewing. Segundo ele, uma alternativa seria armazenamento a seco.

Depois de um tempo, o material da piscina pode ser levado para outro local de estocagem --ou, como no Japão, reprocessado.

Mas o reprocessamento é caro e mal visto nos EUA porque tem alto teor de plutônio, material usado em bombas.

"A lição que aprendemos de Fukushima é que nós precisamos de um plano de longo prazo", conclui Ewing.




17/03/2011 - 02h13 As forças de segurança japonesa continuam lutando para resfriar o combustível nuclear em dois reatores da central de Fukushima, mas as medidas não reduziram o nível de radioatividade em torno da usina, segundo informações da Tepco (Tokyo Electric Power), empresa que administra a central. Além disso, a pressão no reator 3, que tem plutônio e urânio em sua combinação de combustíveis, voltou a subir.

Helicópteros da Marinha japonesa despejaram um grande volume de água nesta quinta-feira sobre os reatores 3 e 4, os mais comprometidos. Os aparelhos, do tipo CH-47 Chinook, sobrevoaram a central e jogaram, em quatro passadas, 7.500 litros de água sobre os reatores 3 e 4 de Fukushima. O nível de radioatividade em torno da usina, porém, permaneceu inalterado.

A medida tem a evitar que o combustível nuclear, especialmente no reator 4, fique exposto e provoque um acidente ainda maior.

Entenda o acidente nuclear no Japão

Infográfico mostra acidente nuclear em Fukushima.





VEJA MAIS:

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/infografico/2011/03/16/a-crise-nuclear-no-japao.jhtm


Barras de combustível usadas, que continuam desprendendo muito calor, estão em uma piscina situada na parte superior do reator 4, que estava em manutenção no momento do tsunami de sexta-feira passada.

O reator 3 também foi danificado por uma explosão de hidrogênio na segunda-feira, com possível violação do vaso de confinamento.

Uma tentativa precedente de utilizar helicópteros para jogar água nos reatores tinha sido abortada na quarta-feira devido aos altos níveis de radiação sobre Fukushima 1.

As autoridades também preparam um caminhão tanque com canhão d’água para resfriar o reator 4, onde há maior risco de exposição do combustível nuclear.

Em outra frente, a Tepco, operadora de Fukushima, "concentra seus esforços" em restaurar o fornecimento de energia para reativar as bombas d’água dos sistemas de resfriamento dos reatores.

Segundo a agência nuclear japonesa, a energia pode ser parcialmente restabelecida em Fukushima 1 por volta do meio-dia (local).

A crise nuclear no Japão teve origem no corte de energia após o tsunami de sexta-feira passada, que paralisou, inclusive, os geradores de emergência da usina de Fukushima 1, derrubando o sistema de refrigeração dos reatores atômicos.

A queda no sistema de resfriamento provocou a evaporação da água e o risco de exposição do material radioativo nos reatores, onde já ocorreram quatro explosões de hidrogênio e dois incêndios, em meio a crescentes níveis de radiação.

A Tepco está reparando as linhas de energia da Tohoku Electric Power Co., que abastecem a região, para ligá-las ao sistema de transmissão elétrica em Fukushima.

"Com o trabalho completo, teremos a capacidade de ativar várias bombas elétricas e jogar água nos reatores e nas piscinas de combustível nuclear usado", destacou um porta-voz da Tepco.

No momento, cerca de 70 homens utilizam bombas de baixa capacidade para atacar o incêndio e resfriar os reatores de Fukushima, com eletricidade de caminhões geradores


QUARTA FEIRA - 16 MARÇO 2011 :

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http://www.uol.com.br/
16/03/2011 - 06h13 - UOL.
NÚMERO DE MORTOS SOBE PARA MAIS DE 3.700.
VITIMAS DO TEMOR E TSUNAMI SÃO QUASE 12 MIL.

Da EFE

O Japão aumentou nesta quarta-feira (16) para 3.771 o número de mortos e para 8.181 o de desaparecidos devido ao terremoto de 9 graus na escala Richter e o posterior tsunami que atingiram o nordeste do país na última sexta-feira, de acordo com o último balanço policial.

O número final de vítimas ainda pode aumentar em alguns municípios das províncias mais afetadas, como Iwate, Miyagi e Fukushima, onde milhares de pessoas seguem sem ser localizadas.

Cerca de 100 mil militares japoneses, auxiliados por voluntários estrangeiros especialistas em salvamento, vasculham a zona devastada na busca por sobreviventes presos sob escombros ou arrastados mar adentro pela onda gigante de dez metros de altura.

As equipes de resgate lutam contra as constantes réplicas, o intenso frio ao norte da ilha de Honshu e a enorme destruição deixada pelo terremoto.

O governo japonês informou nesta quarta-feira (16) que recuperou 26 mil pessoas após o terremoto e o tsunami.

Além disso, na província de Fukushima há o temor diante da situação na usina nuclear, onde pelo menos quatro reatores estão instáveis e teme-se que possa ocorrer um grande vazamento radioativo.



PORTAL TERRA.

JAPÃO TENTA SE RECUPERAR DE TERREMOTO E TSUNAMI.
Após o maior terremoto da sua história, seguido de um tsunami e da permanente ameaça nuclear, o Japão tenta reconstruir suas cidades. No Terra você tem a cobertura completa, com fotos, vídeos, imagens ao vivo e notícias direto do Japão.

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TERÇA FEIRA - 15 MARÇO 2011 :

PORTAL UOL - FÔLHA S.PAULO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS

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ATUALIZAÇãO : 7.10 HS.

JAPÃO CONFIRMA 2414 MORTES

TERCEIRA EXPLOSÃO ATINGE USINA NUCLEAR.

Do UOL Notícias* -Em São Paulo
O número de mortos no terremoto, seguido por um tsunami, que atingiu o Japão na última sexta-feira (11) subiu para 2.414, informou a polícia local. A maioria das mortes foi registrada na província de Miyagi, onde 1.254 mortes foram confirmadas oficialmente. O número de pessoas oficialmente desaparecidas é de 3.118, mas autoridades estimam que pelo menos 15 mil pessoas ainda estejam desaparecidas.

Na cidade costeira de Onagawa, onde moram cerca de 10 mil pessoas, pelo menos 5.000 estão desabrigadas e foram levadas para 16 abrigos públicos. A prefeitura do município afirmou que não sabe do paradeiro das outras 5.000 pessoas que vivem na cidade.

Em Minamisanriku, onde a maioria dos prédios foi levada pelo tsunami, a prefeitura informou que cerca de 1.000 corpos foram encontrados e aproximadamente 10 mil continuam desaparecidas --mais da metade da população do município, informa a rede de televisão.

A prefeitura de Iwate confirmou a morte de 627 pessoas. Já a administração de Fukushima afirmou que morreram 431 munícipes.

EPICENTRO.





Quase 80 mil edifícios e casas foram destruídos e mais de meio milhão de evacuados vivem em cerca de 2.500 abrigos temporários, muitos dos quais não têm água potável e eletricidade.

A magnitude da tragédia levou o imperador Akihito a dirigir-se pela televisão à população pela primeira vez em seus 22 anos de reinado para pedir calma e orações pelos sobreviventes.




VEJA O MOMENTO DA INVASÃO DO " TSUNAMI ".

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